Startup Chile — Acelerador de Startups Governamental (CORFO)
Chile
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Criado em 2011 no seio da agência nacional de ciência da Tanzânia, o Buni Hub e o seu parceiro de incubação DTBi constituem um dos ecossistemas de startups apoiados pelo Estado mais antigos da África Oriental, embora as evidências independentes sobre empregos ou capital gerados pelas startups graduadas permaneçam limitadas.
O Buni Innovation Hub foi criado em 2011 na sede da Comissão de Ciência e Tecnologia da Tanzânia (COSTECH) em Dar es Salaam, com apoio inicial ligado ao programa finlandês TANZICT, tornando-se um dos primeiros hubs tecnológicos formais da África Oriental. Funciona como o espaço de inovação emblemático do governo, oferecendo o Programa de Estágios Buni, o Programa de Mentoria Buni e uma vertente comunitária dedicada às mulheres ('Buni Divaz'), além de um mini laboratório de fabricação para uma comunidade de criadores de hardware e eletrónica. O seu parceiro de incubação, o Dar Teknohama Business Incubator (DTBi), é uma organização sem fins lucrativos que faz a transição das startups da fase de pré-incubação do Buni para apoio empresarial formal.
O hub combina vertentes de programa estruturadas (estágios, mentoria, comunidade de mulheres) com acesso ao laboratório de fabricação, que estabeleceu parcerias internacionais para construir a primeira impressora 3D a partir de resíduos eletrónicos de África. O governo da Tanzânia integrou entretanto o Buni/DTBi numa iniciativa mais ampla, o 'Tanzania Ventures Lab', em parceria com a Sahara Ventures, alargando a coordenação nacional da infraestrutura de incubação.
A escala do hub é reportada de forma inconsistente entre fontes — 'mais de 400 membros registados anualmente' face a um crescimento cumulativo de '3.700 membros ativos' — uma discrepância que provavelmente reflete diferentes convenções de contagem e não um número único e autoritativo. O que é corroborado de forma independente é que o Buni Hub surge repetidamente no mapeamento de hubs tecnológicos africanos do Banco Mundial e na investigação sobre ecossistemas de aceleração da GSMA Mobile for Development, como um dos hubs mais consolidados e ativos da região. Não foram encontrados dados verificados de forma independente sobre empregos criados ou capital angariado pelas startups graduadas.
Um estudo académico independente de 2024 identificou lacunas entre as ambições da política nacional de inovação da Tanzânia e o modo como hubs como o Buni funcionam na prática. Trata-se de um programa de inovação governamental real e de longa duração, com um percurso de 14 anos, mas não de um acelerador comercial polido com métricas de resultados auditadas.
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