ETH transfer — Gabinete de Transferência de Tecnologia da ETH Zurique
Suíça
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Fundado em 2002 na universidade mais antiga da Polónia, o CITTRU gere o processo de transferência de tecnologia da Universidade Jagiellónica: só em 2021 gerou 68 acordos de transferência de conhecimento (incluindo 9 licenças) e 19 pedidos de patente polacos e 49 internacionais, a partir de uma carteira de mais de 150 produtos.
O CITTRU (Centro de Transferência de Tecnologia) foi criado em 2002 na Universidade Jagiellónica de Cracóvia — a universidade mais antiga da Polónia, fundada em 1364 — com o objetivo de construir uma carteira de tecnologias e resultados de investigação desenvolvidos na universidade e de os ligar às empresas. Foi formalmente reorganizado como unidade transversal da universidade por resolução do Senado em 2015.
As funções centrais do CITTRU incluem a identificação de resultados de investigação com potencial comercial, a garantia de proteção por patente e outros direitos de propriedade intelectual, a análise do potencial de mercado e a negociação de acordos de licenciamento, venda ou criação de spin-offs. Gere ainda a base de dados ScienceMarket, um repositório público de invenções e serviços de investigação da Universidade Jagiellónica, e supervisiona a incubadora de empreendedorismo académico AIP UJ, que apoia startups criadas pela comunidade universitária, juntamente com outros programas de incubação como o Inkubator Rozwoju e o Inkubator Innowacyjności 4.0.
Em 2021, a atividade de transferência de tecnologia do CITTRU produziu 19 pedidos de patente polacos e 49 internacionais, além de 37 patentes concedidas na Polónia e 17 a nível internacional (a maioria através do Instituto Europeu de Patentes e do Instituto de Patentes e Marcas dos EUA). No mesmo ano, foram concluídos 68 acordos de transferência de conhecimento relativos a invenções universitárias e outros resultados de investigação, incluindo 9 licenças, e a carteira global de comercialização da universidade incluía mais de 150 produtos e serviços prontos para o mercado.
Porque é relevante: o CITTRU mostra como uma grande universidade pública de investigação pode gerir o seu próprio gabinete interno de transferência de tecnologia com um processo completo — proteção de PI, licenciamento, apoio a spin-offs e um mercado público de invenções —, publicando contagens de patentes e licenças específicas por ano, e não apenas números cumulativos vagos; ainda assim, estes valores continuam a ser estatísticas universitárias autorreportadas, sem uma avaliação externa auditada do impacto económico a jusante.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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