Projeto de Transformação Digital das Caraíbas: Reduzir o Fosso de Conectividade e Competências em Santa Lúcia
Santa Lúcia
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Um programa de 37,5 milhões de dólares apoiado pelo Banco Mundial (30 milhões em subvenção IDA mais 7,5 milhões em capital privado) constrói internet resiliente ao clima, governo digital e formação em competências digitais nos 24 atolões das Ilhas Marshall, com prioridade para saúde e educação digitais e acesso sensível ao género.
As Ilhas Marshall são um país remoto de atóis do Pacífico com cerca de 40.000 habitantes, distribuídos por 24 atóis baixos e vulneráveis às alterações climáticas, historicamente servidos por ligações de satélite dispendiosas e pouco fiáveis; mais cerca de 30.000 marshallinos vivem no estrangeiro e dependem da conectividade para se manterem em contacto com o país.
Expandir infraestruturas digitais resilientes às alterações climáticas, modernizar o operador nacional de telecomunicações através de uma parceria público-privada, construir plataformas de governo digital com quadros de cibersegurança e proteção de dados, e disponibilizar programas de competências digitais, e-saúde e e-educação explicitamente concebidos para reduzir a lacuna de género no acesso digital.
Em setembro de 2021, a Associação Internacional de Desenvolvimento do Banco Mundial aprovou uma subvenção de 30 milhões de dólares para o projeto Digital RMI, mobilizando mais 7,5 milhões de dólares em capital privado, perfazendo um total de 37,5 milhões de dólares, ao longo de uma implementação planeada de sete anos (2021-2028). O programa financia infraestruturas digitais eficientes em termos energéticos; uma parceria público-privada que exige que o operador de telecomunicações selecionado detenha pelo menos 20 milhões de dólares em capital próprio ou crédito equivalente; sistemas de governo digital, cibersegurança e proteção de dados; e programas de competências digitais, e-saúde e e-educação sensíveis à dimensão de género. As infraestruturas prioritárias no âmbito do concurso da PPP visam Majuro e Ebeye para modernização de fibra até às instalações, estando previstas soluções de satélite e móveis para as ilhas exteriores.
Como a iniciativa depende da seleção competitiva de um operador PPP e da coordenação entre doadores e a diáspora, é provável que os benefícios para os atóis exteriores mais remotos fiquem atrás dos de Majuro e Ebeye; ainda não foram publicados resultados quantificados de adoção ou formação em competências, e o projeto continua em fase de implementação plurianual, pelo que não existe ainda uma avaliação de resultados concluída.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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