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Good practice

Orange Digital Center Camarões – Pólo de Programação, Competências e Emprego Jovem Apoiado pela GIZ

Camarões · Douala · Ver o perfil de Camarões

Uma parceria BMZ/GIZ com a Orange Camarões forma jovens desfavorecidos em programação, hardware e empreendedorismo, levando competências digitais a regiões pouco conectadas dos Camarões; mais de 2.500 pessoas formadas e mais de 560 colocadas em empregos ou estágios desde 2020.

2,500+
Jovens formados nos primeiros dois anos do programa
560+
Jovens colocados em emprego, estágios ou trabalho por conta própria desde o início
118th of 134
Classificação dos Camarões no Índice de Prontidão em Rede de 2023 (2023)
~44 %
Penetração da internet nos Camarões (2023)
14
Países na rede alargada GIZ-Orange Digital Center
20000
Meta da rede: jovens formados
8000
Meta da rede: colocações profissionais
20 %
Meta mínima de participação feminina
Orange Digital Center Camarões – Pólo de Programação, Competências e Emprego Jovem Apoiado pela GIZ

Detalhes

Maturidade
Scaling
Promotor
GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) / Orange Cameroun, funded by BMZ
Período
2020–2024
Palavras-chave
digital skills, youth employment, entrepreneurship, ICT training

Contexto

Os Camarões ocupam o 118.º lugar entre 134 países no Índice de Prontidão em Rede (Network Readiness Index) de 2023, com uma penetração da internet de cerca de 44% e acentuadas disparidades digitais entre zonas rurais e urbanas e entre géneros. Para ajudar a colmatar esta lacuna, a agência de desenvolvimento alemã GIZ, financiada pelo Ministério Federal da Cooperação Económica e do Desenvolvimento (BMZ) através do programa develoPPP, associou-se à operadora de telecomunicações Orange Cameroun para abrir um Centro de Transformação Digital / Orange Digital Center em Douala, com atividades alargadas a Yaoundé e Buéa.

Atividades

O centro assenta em quatro pilares integrados — uma escola de programação, uma oficina de fabrico do tipo fablab com hardware programável, um acelerador de start-ups e um veículo de investimento para empresas em fase inicial — além de sítios-satélite 'ODC Club' abertos nas universidades de Yaoundé II (2023) e de Buéa (março de 2024). Os Camarões foram um dos primeiros quatro países, juntamente com a Tunísia, o Senegal e a Etiópia, onde um centro abriu apesar das restrições da era pandémica, fazendo parte de uma rede mais alargada da GIZ-Orange presente em 14 países, com a meta de 20.000 jovens formados e 8.000 colocações profissionais, com uma meta mínima de participação feminina de 20%.

Resultados

Especificamente nos Camarões, mais de 2.500 jovens foram formados nos primeiros dois anos do programa, e a Orange reporta que o centro facilitou o emprego — postos permanentes, estágios remunerados ou trabalho por conta própria em TI — para mais de 560 jovens desde o início. A imprensa camaronesa independente (The Guardian Post) e a iniciativa alemã Invest for Jobs corroboram os números de emprego.

Conclusões

O modelo assenta na infraestrutura comercial e de retalho já existente da Orange para garantir continuidade, embora o acesso rural de 'última milha' e a acessibilidade económica continuem a ser constrangimentos reconhecidos que o programa não resolve totalmente.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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