Suriname e-ID — National Digital Identity Card
Suriname
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Um programa apoiado por 10 milhões de dólares do Banco Mundial está a construir a primeira identidade digital nacional das Maldivas (eFaas) e a expandir a concorrência da banda larga para atóis remotos, com o objetivo de reduzir viagens dispendiosas entre ilhas para aceder à saúde, banca e segurança social.
Aprovado pela Associação Internacional de Desenvolvimento do Banco Mundial em junho de 2022, com um subsídio de 10 milhões de dólares, o Projeto Maldivas Digital para Adaptação, Descentralização e Diversificação apoia o Ministério do Ambiente, Alterações Climáticas e Tecnologia, a Autoridade das Comunicações das Maldivas e o Centro Nacional de Tecnologias de Informação na expansão da concorrência no mercado da banda larga, no reforço da identidade digital e na construção de plataformas de dados climáticos nas cerca de 1.200 ilhas do arquipélago.
O Centro Nacional de Tecnologias de Informação lançou a identidade digital nacional eFaas em 2022, seguida de uma aplicação móvel com verificação biométrica por selfie em 2023, permitindo aos cidadãos autenticarem-se online para serviços governamentais, bancários e de telecomunicações. Segundo a avaliação "State of Digital in the Maldives 2025" do PNUD, o país atingiu uma cobertura 4G quase nacional, uma penetração de internet de 83,9% e mais de 85% da população com acesso a fibra de alta velocidade — atóis periféricos como Laamu e Haa Alif têm agora qualidade de banda larga e 4G próxima da capital, Malé.
Um projeto de legislação sobre identidade digital e transformação digital foi disponibilizado para consulta pública em junho de 2025 (com a designação "Maldives 2.0"), prevendo-se um sistema de identidade digital integrado mais completo — que permitirá o acesso remoto à saúde, segurança social e banca sem necessidade de viagens entre ilhas — com data prevista para 2027.
Tanto a IFC como a Internews assinalam que a acessibilidade económica e a qualidade do serviço continuam a ficar aquém nos atóis periféricos, e que os cerca de 16% dos maldivos que permaneciam offline em 2024 são desproporcionalmente residentes mais idosos e habitantes das ilhas mais remotas — o que significa que os ganhos de conectividade ainda não fecharam a lacuna de inclusão digital para os grupos mais difíceis de alcançar. A implementação central da identidade digital também está ainda a meio caminho, sem qualquer avaliação de resultados independente publicada até meados de 2026.
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