Serbia's 40% Electoral Gender Quota — From One-in-Three to Near-Parity Party Lists (2020-2025)
Serbia
Serbia's 2020 electoral reform raised the mandatory gender quota on party lists from one-in-three to 40%, with non-compliant lists barred …
North Macedonia · Skopje · See the North Macedonia profile
A Macedónia do Norte elevou a sua quota de género nas listas de candidatos para 40%, mas a representação caiu de 42,5% (2024) para 39,2% (2025) — abaixo do limiar legal —, mostrando que uma quota legal, por si só, não garante resultados proporcionais.
A Macedónia do Norte introduziu, em 2006, uma quota de género de 30% para as listas de candidatos parlamentares e municipais; alterações ao Código Eleitoral em meados da década de 2010 elevaram o limiar para 40%, com regras de posicionamento e sanções de rejeição de listas não conformes.
A quota e as regras de posicionamento visam aumentar a presença das mulheres nas listas de candidatos e, em última instância, nos cargos eletivos.
A Comissão Eleitoral Estatal rejeita liminarmente as listas de candidatos não conformes, e qualquer lugar vago deve ser atribuído ao candidato seguinte do mesmo género na lista.
A percentagem de mulheres nos lugares do Sobranie tem oscilado em torno do limiar legal de 40%, tendo recentemente descido abaixo desse valor: 42,5% em 2024, caindo para 39,2% (47 de 120 lugares) em 2025. Ao nível municipal, uma análise da IFES de 2021 verificou que as mulheres representavam 45% dos candidatos, mas apenas 36,2% dos vereadores efetivamente eleitos.
Uma quota de candidatos estrita, sustentada por sanções, não é, por si só, garantia de resultados proporcionais — os partidos mantêm margem para colocar as mulheres em posições de lista menos elegíveis, e a igualdade de género esteve largamente ausente do discurso das campanhas recentes.
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