A Cota de Um Terço para Mulheres na Guiana — Duas Décadas de Representação Sustentada
Guiana
Desde uma reforma constitucional e eleitoral de 2000, a Guiana exige que pelo menos um terço dos candidatos em cada …
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A lei de cotas argelina de 2012 (Lei Orgânica 12-03) elevou a proporção de mulheres no parlamento de 7,7% para 31,6%, rejeitando integralmente as listas que não cumprissem o limiar. Uma reforma eleitoral de 2021 substituiu a cota vinculativa por uma regra de paridade nominal, e a representação feminina caiu para 8,1%.
A Lei Orgânica 12-03 da Argélia, de 2012, introduziu uma quota de candidatas em escala variável (20-50% de mulheres, consoante o círculo eleitoral) com aplicação rigorosa: as listas não conformes eram rejeitadas de imediato e os partidos recebiam financiamento adicional por cada mulher eleita.
A percentagem de lugares parlamentares ocupados por mulheres subiu de 7.7% (2007) para 31.6% (2012) — um dos maiores saltos numa única eleição alguma vez registados a nível mundial — mantendo-se em 25.76% (2017). Em 2021, a Argélia substituiu a lista fechada de lugares reservados por uma lista aberta e um requisito de 'paridade' não vinculativo; a percentagem de mulheres caiu abruptamente para 8.11%.
Uma das ilustrações documentadas mais evidentes de que é o desenho e o mecanismo de aplicação de uma quota de candidatas — e não apenas a meta declarada — que determina se esta se converte em lugares efetivos.
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