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Boa prática Importada

Defesa Verde-Cinzenta Contra Cheias da Beira — Reconstruir uma Cidade Portuária Moçambicana Após o Ciclone Idai

Moçambique · Beira · Ver o perfil de Moçambique

Evidência: Observacional / pré-pós Top 29% 76/100 · Pergunte a Evidence Copilot sobre esta prática

Depois de o ciclone Idai ter destruído cerca de 90% da Beira em 2019, um programa de drenagem e restauro de mangais financiado pelo Banco Mundial, no valor de 120 milhões de dólares, reduziu o risco de cheias em 70% nas áreas abrangidas — embora a cidade costeira de 500 mil habitantes continue extremamente exposta a futuras tempestades e à subida do nível do mar.

~70% %
Redução do risco de inundação na bacia reabilitada
~11 km
Canais de drenagem reabilitados ou construídos
$120 million
Crédito do Banco Mundial (IDA)

Detalhes

Maturidade
Em expansão
Promotor
Beira Municipal Council with the World Bank (Mozambique Cities and Climate Change Project) and international co-financiers
Período
2016–present (post-Cyclone Idai resilience programme continuing via CERRP)
Palavras-chave
urban flood resilience, green-gray infrastructure, stormwater drainage, mangrove restoration, climate adaptation

Contexto

O ciclone Idai tocou terra em Beira, Moçambique, a 14 de março de 2019, com ventos até 230 km/h e uma onda de tempestade superior a 4 metros, danificando ou destruindo cerca de 90% da cidade portuária, com aproximadamente 500.000 habitantes.

Atividades

Através do Mozambique Cities and Climate Change Project, um crédito de $120 milhões do Banco Mundial (IDA) financiou uma resposta "verde-cinzenta" que combina engenharia de drenagem convencional com infraestruturas baseadas na natureza: a reabilitação e construção de cerca de 11 km de canais de drenagem ao longo do rio Chiveve, estações de controlo de cheias e uma bacia de retenção de água, juntamente com a restauração de mangais liderada pela comunidade.

Resultados

O Banco Mundial e a ReliefWeb documentaram uma redução de cerca de 70% no risco de inundação na bacia hidrográfica servida pelo sistema de drenagem reabilitado.

Conclusões

Os ganhos são geograficamente parciais — confinados em grande medida à bacia do Chiveve — e Beira, cujas zonas se situam, em parte, abaixo do nível do mar e continuam a afundar-se, permanece uma das cidades mais expostas às alterações climáticas do continente; os responsáveis descrevem o esforço de resiliência como um empreendimento contínuo, a decorrer ao longo de várias décadas.

Implementação

Custo indicativo
Muito elevado (> 5 M€) — $120 million World Bank (IDA) credit, with follow-on co-financing from the Netherlands and Germany (KfW).
Tempo até resultados
Longo (> 3 anos) — Response initiated after the March 2019 cyclone; resilience programme continuing via the follow-on CERRP project.
Equipa e competências
Beira Municipal Council, World Bank (Mozambique Cities and Climate Change Project), community mangrove-restoration groups

Condições de sucesso

  • Combining engineered drainage with nature-based mangrove restoration
  • Continued multi-donor co-financing for follow-on resilience work

Modos de falha comuns

  • Gains are geographically partial, confined to the rehabilitated catchment area

Onde se enquadra

Tipo de governação
municipal government with multilateral financing
Escala
one port city, ~500,000 residents
Nível de rendimento
low income

Habitualmente financiado por

National / regional programmes

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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