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Boa prática Importada

Caribbean Girls Hack — Rede Regional de Hackathons de IA, Programação e Competências Digitais

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Uma rede de hackathons liderada pela WEI Forward já formou mais de mil raparigas caribenhas de 13 a 21 anos em programação, IA, animação e apresentação de projetos na Jamaica, Granada, Trindade e Tobago e São Vicente e Granadinas, ligada ao Dia das Raparigas nas TIC da ITU.

~1,200
Raparigas participantes em hackathons da CGH desde 2017 (valor da ITU)
2,000+
Participantes acumulados em todas as atividades do programa (valor da WEI Forward)
Caribbean Girls Hack — Rede Regional de Hackathons de IA, Programação e Competências Digitais

Detalhes

Maturidade
Em expansão
Promotor
WEI Forward (Women's Economic Imperative), with ITU International Girls in ICT Day and CARICOM partners
Período
2017–2020, recurring within CARICOM Girls in ICT programming
Palavras-chave
nonprofit, hackathon, digital skills, AI literacy, gender equality

Contexto

Caribbean Girls Hack (CGH) é um programa regional de hackathons e competências digitais, criado em 2017 pela WEI Forward (Women's Economic Imperative) para reduzir o fosso de género em TIC e IA entre raparigas dos 13 aos 21 anos nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento das Caraíbas, associado ao Dia Internacional das Raparigas nas TIC da ITU.

Objetivos

Reduzir o fosso de género em TIC e IA para raparigas nas Caraíbas, dando-lhes contacto prático com competências de programação, IA e conteúdos digitais, e uma plataforma para apresentar soluções para problemas regionais.

Atividades

Equipas de ensino secundário e universitário da Jamaica, Granada, Trindade e Tobago e São Vicente e Granadinas competiram em fases nacionais. Os conteúdos de formação incluem uma introdução à inteligência artificial, a par de programação, animação, produção de vídeo, desenvolvimento de aplicações móveis, conceção de campanhas nas redes sociais e sessões tecnológicas apoiadas pela IBM, com equipas a apresentar soluções para problemas enquadrados nos ODS, na violência baseada no género e na resiliência climática.

Resultados

Segundo a ITU, cerca de 1.200 raparigas participaram em hackathons da CGH desde o lançamento em 2017, enquanto a própria WEI Forward, ao contabilizar a expansão do programa para formação online, feiras e webinars, situa o alcance acumulado em mais de 2.000 participantes. A equipa do St Joseph's Convent, St George's, de Granada, venceu a edição nacional do país em 2019.

Conclusões

As fontes disponíveis reportam números de participação e conteúdos curriculares, mas não resultados de competências ou de emprego medidos de forma independente, e os valores exatos variam entre a ITU (~1.200) e a WEI Forward (2.000+), provavelmente refletindo diferentes janelas temporais de reporte. A Girls in ICT Partnership da CARICOM assinalou o 10.º aniversário da rede em abril de 2026, indicando que as atividades do programa continuam integradas na programação regional em curso sobre raparigas nas TIC.

Implementação

Custo indicativo
Baixo (< 50 mil €)
Tempo até resultados
Médio (1–3 anos)
Equipa e competências
Volunteer tech experts and corporate partners (e.g. IBM) delivering training sessions, National hackathon legs organised locally in each participating country

Condições de sucesso

  • Regional partner network (WEI Forward, ITU, CARICOM) to coordinate across islands
  • Corporate sponsor involvement for technical training content
  • Alignment with an existing international observance (ITU Girls in ICT Day) for visibility and recurring cadence

Habitualmente financiado por

CERV — Citizens, Equality, Rights and Values Erasmus+ Philanthropic / foundation funding

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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