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Centrum Seksueel Geweld (CSG) — A rede nacional neerlandesa de 16 centros para cuidados agudos e não agudos em violência sexual

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Desde 2012, a rede CSG neerlandesa reúne enfermeiros, médicos forenses, polícia e serviços de apoio em 16 centros regionais. Os contactos subiram 21% em 2025, mas a evidência é sobretudo de volume e a direção diz que a procura excede o financiamento.

Centrum Seksueel Geweld (CSG) — A rede nacional neerlandesa de 16 centros para cuidados agudos e não agudos em violência sexual

Detalhes

Promotor
Landelijk Centrum Seksueel Geweld (LCSG) and 16 regional Centra Seksueel Geweld; funded with the Ministries of Justice & Security and Health, Welfare & Sport and VNG
Período
2012–present
Palavras-chave
sexual violence, one-stop centre, forensic medicine, police, GBV, helpline

Descrição

O Centrum Seksueel Geweld (CSG) foi criado em 2012 como um serviço multidisciplinar, ligado a hospitais, onde vítimas de violência sexual recente recebem cuidados médicos, exame forense, apoio policial e acompanhamento psicossocial num só local. Tornou-se uma rede nacional de 16 centros regionais apoiada pelo Landelijk Centrum Seksueel Geweld, com os Ministérios da Justiça e Segurança e da Saúde, Bem-Estar e Desporto e a associação de municípios VNG como parceiros permanentes. Uma linha telefónica 24 horas e um chat em linha complementam os centros físicos.
A atividade reportada é grande e crescente. Em 2023 o CSG prestou ajuda ou aconselhamento a 13 848 pessoas (menos 9% do que em 2022, mas mais 40% do que em 2021). Os números de 2025, publicados em junho de 2026, indicam mais 21% de vítimas, familiares e profissionais a contactar o CSG do que no ano anterior: 4 640 registos (+20%), 6 644 pedidos de aconselhamento (+16%), 15 711 chamadas (+39%) e 7 142 chats (+29%). A rede refere que o aumento se mantém todos os anos desde 2012 e que uma diretiva europeia exigirá a cada Estado-Membro um centro de crise para violação a partir de 2027, papel que o CSG já desempenha.
A evidência independente é mais escassa do que os dados de atividade. Um estudo publicado de um único centro, do centro médico universitário Radboud (Journal of Forensic and Legal Medicine, 2021), comparou 83 vítimas em 2013–2016 com 270 em 2017–2020: as autorreferenciações subiram de 10% para 30%, mais vítimas aceitaram o acompanhamento psicossocial, as vítimas do sexo masculino mantiveram-se em cerca de 5% e cerca de 80% dos agressores eram conhecidos da vítima. Um estudo do WODC/Universidade de Utreque de 2021 analisou o enquadramento administrativo e organizativo do CSG, e uma avaliação de 2026 encomendada pelo WODC analisou uma nova abordagem prática; nenhuma é uma avaliação de resultados na saúde ou na justiça.
Notas de cautela: a própria direção do CSG afirma que a procura de ajuda cresce mais depressa do que os recursos disponíveis; os números anuais contam contactos e não resultados de saúde ou justiça, e o aumento reflete em parte maior sensibilização. O modelo deve ser lido como um ponto de acesso estabelecido e bem governado, cujo impacto na recuperação e na acusação ainda carece de avaliação rigorosa.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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