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Boa prática Importada

Lago Chilika (Índia) — Reabertura da ligação ao mar e restauro da salinidade de uma lagoa Ramsar

Índia · Balugaon, Odisha · Ver o perfil de Índia

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Uma nova barra aberta em setembro de 2000 restaurou a salinidade da lagoa de Chilika; as capturas passaram de ~1.600 t/ano para um pico de ~14.000 t e o sítio saiu do Registo de Montreux em 2002.

Detalhes

Promotor
Chilika Development Authority (Government of Odisha)
Período
2000–present
Palavras-chave
coastal wetland, hydrological restoration, fisheries, Ramsar

Descrição

Chilika é uma lagoa salobra de cerca de 906–1.165 km² na costa de Odisha (Índia), sítio Ramsar que sustenta mais de 200.000 pescadores. Nos anos 1990 a deriva litoral entupiu a ligação ao mar, a salinidade desceu, as plantas invasoras de água doce alastraram, as pescas colapsaram (cerca de 1.600 t/ano de peixe e camarão) e o lago foi inscrito no Registo de Montreux da Ramsar em 1993.
A Autoridade de Desenvolvimento de Chilika encomendou modelação hidráulica (CWPRS), que recomendou uma nova barra mais próxima do lago. Um novo canal foi aberto a 23 de setembro de 2000, encurtando em 18 km o canal de saída, com desassoreamento dos canais de acesso (o IIT Madras indica um custo de cerca de 10 crore de rupias e cerca de seis meses de obra). Um programa participativo de microbacias visou reduzir a carga de sedimentos e a criação de camarão foi proibida.
Resultados reportados (em grande parte pelo dirigente da própria Autoridade, logo parcialmente autodeclarados): as capturas subiram de ~1.600 t/ano nos anos 1990 para um pico de ~14.000 t em 2004 (14.228 t em 2012); o rendimento familiar aumentou cerca de 1.040 USD/ano; o jacinto-de-água e os fetos (21,34 km² em outubro de 2000) quase desapareceram; as ervas marinhas passaram de 24,8 km² para 152 km² (2018); os golfinhos-de-Irrawaddy subiram de 70 (2003) para 145 (2013). O sítio saiu do Registo de Montreux em 2002. As fontes divergem no múltiplo das pescas (7 vs 8 vezes) e os dados dos golfinhos provêm de material institucional.
Ressalvas: a intervenção depende de manter a barra aberta e de controlar o assoreamento da bacia; não foi encontrada verificação independente revista por pares de todos os números, e a barra é engenharia hidráulica e não um esquema de pagamentos, pelo que é um caso de restauro baseado na natureza e não PSE em sentido estrito.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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