AQUAFONDO — Fundo de Água de Lima e Callao (Peru)
Peru
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Anunciado em março de 2026, o sistema Coca-Cola está a investir 1,94 milhões de dólares, com a IUCN e o Conselho da Água da Bacia Wami-Ruvu da Tanzânia, para restaurar a bacia de Ngerengere que abastece os cerca de 9 milhões de habitantes de Dar es Salaam — uma parceria de bacia hidrográfica recém-lançada e ainda sem evidências de resultados.
Em 25 de março de 2026, o sistema Coca-Cola — através da Coca-Cola Beverages Africa e da The Coca-Cola Foundation — anunciou um investimento de 1,94 milhões de dólares para restaurar terrenos degradados da bacia hidrográfica na sub-bacia de Ngerengere, na Bacia do Rio Ruvu, a principal fonte de água de Dar es Salaam (população de cerca de 9 milhões). O programa é liderado pelo consórcio de ONG Global Water Challenge e implementado pela IUCN em parceria com o Conselho Estatutário da Água da Bacia Wami-Ruvu, da Tanzânia.
As atividades previstas incluem plantação de árvores, apoio a práticas agrícolas resilientes às alterações climáticas junto de pelo menos 2.000 agricultores, e o reforço da capacidade de gestão da bacia por parte do Conselho da Água. O projeto na Tanzânia insere-se num compromisso mais amplo da Coca-Cola para a gestão da água em África, no valor de quase 25 milhões de dólares, abrangendo 20 países africanos até 2030.
Este programa sucede a um piloto anterior, de menor escala, de pagamentos por serviços de bacia hidrográfica mediado pela CARE Tanzânia nas próximas Montanhas Uluguru, no qual a Coca-Cola Kwanza Limited (dependente de cerca de 1.500 m³/dia de água fornecida pela concessionária DAWASCO) pagou, através da CARE, às autoridades das aldeias de Kibungo, Nyingwa, Lanzi e Dimilo para implementarem medidas de conservação do solo — um precedente anterior, de menor escala, para pagamentos corporativos por bacias hidrográficas no país.
À data desta entrada, o programa de 2026 na Bacia do Ruvu acabou de ser lançado: nenhuma das fontes do anúncio quantifica hectares restaurados, taxas de sobrevivência das árvores, ou resultados medidos de caudal hídrico ou sedimentos, e não existe qualquer auditoria independente comparável à certificação Alliance for Water Stewardship. É incluído aqui como um exemplo documentado da extensão do modelo de pagamentos corporativos por serviços de bacia hidrográfica, com parceiros institucionais credíveis, a um país ainda não representado neste tema — e não como um registo de resultados comprovados, distinção refletida diretamente nas pontuações de evidência abaixo.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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