Programa de Pagamento por Reduções de Emissões do Norte do Laos (GFLL / Fundo de Carbono FCPF)
Laos
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Em 2021, Fiji tornou-se o primeiro Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento a assinar um Acordo de Pagamento por Redução de Emissões do FCPF do Banco Mundial, no valor de até 12,5 milhões de dólares por cortes verificados de 2,5 milhões de tCO2 em cinco anos em 90% do seu território, com um plano nacional de partilha de benefícios.
Em janeiro de 2021, as Fiji tornaram-se o primeiro Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento a assinar um Acordo de Pagamento por Reduções de Emissões (ERPA) com o Fundo de Carbono do Forest Carbon Partnership Facility (FCPF) do Banco Mundial. O acordo compromete até US$12.5 milhões em pagamentos baseados em resultados para reduções verificadas nas emissões provenientes da desflorestação e da degradação florestal. O programa abrange cerca de 90% da área terrestre das Fiji, centrado nas principais ilhas de Viti Levu, Vanua Levu e Taveuni, onde vive 86% da população nacional. É promovido pelo Ministério das Florestas da República das Fiji, em parceria com o FCPF Carbon Fund.
Ao longo do seu período de cinco anos (2021-2026), o Programa de Redução de Emissões visa cortar 2.5 milhões de toneladas de CO2 através de um planeamento integrado do uso do solo, conservação de florestas nativas e gestão sustentável de plantações de pinheiro e mogno. Procura combater a expansão agrícola e a exploração florestal insustentável, identificadas como os principais fatores de desflorestação nas Fiji, gerando ao mesmo tempo cobenefícios de retenção do solo e regulação de cheias.
Foi desenvolvido um plano de partilha de benefícios negociado a nível nacional, através de consultas às partes interessadas a nível nacional e local, definindo a forma como os eventuais pagamentos devem chegar ao governo, aos mataqali (clãs) proprietários de terras e às comunidades locais. Por se tratar de um acordo do FCPF Carbon Fund, os pagamentos são estritamente baseados em resultados, sendo libertados apenas depois de as reduções de emissões, face a um nível de referência acordado, serem medidas e verificadas de forma independente.
De acordo com a informação pública mais recente, o programa mantinha-se na sua fase de implementação e de consolidação do sistema de MRV (monitorização, comunicação e verificação). O valor de US$12.5 milhões é um teto condicionado ao desempenho verificado, e não uma quantia já desembolsada, e os totais de redução de emissões verificados de forma independente ainda não tinham sido publicados em separado, ilustrando o desfasamento plurianual típico do financiamento REDD+ baseado em resultados.
Como acordo do FCPF Carbon Fund, o ERPA funciona como um teste real de se os pagamentos jurisdicionais de REDD+ podem ser operacionalizados à escala nacional num Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento do Pacífico. A sua estrutura vincula o financiamento estritamente a resultados verificados de forma independente, o que significa que a lição de política final depende de resultados de verificação ainda não públicos.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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