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Grindstone Accelerator — Programa de Escala para PME Sul-Africanas em Fase de Receita

África do Sul · Cape Town · Ver o perfil de África do Sul

O Grindstone Accelerator, da Knife Capital e da Thinkroom, de um ano, trabalha apenas com PME sul-africanas já geradoras de receita. Reportagens independentes mostram coortes a crescer receita 36-88% e a criar dezenas de empregos; a admissão de 2022/23 era 64% de propriedade negra.

Grindstone Accelerator — Programa de Escala para PME Sul-Africanas em Fase de Receita

Detalhes

Promotor
Knife Capital and Thinkroom Consulting
Período
2013–present
Palavras-chave
SME growth, scale-up acceleration, revenue growth, venture capital, enterprise and supplier development

Descrição

O Grindstone Accelerator é um programa estruturado de um ano para escalar PME sul-africanas já estabelecidas e geradoras de receita, distinguindo-se das incubadoras típicas de start-ups ao exigir que as candidatas já tenham clientes pagantes e uma receita anual mínima de cerca de R$500.000. Foi criado pela Knife Capital, uma empresa de capital de risco da Cidade do Cabo, comprimindo o que descreve como o seu modelo plurianual de envolvimento de crescimento de capital de risco numa intervenção intensiva de doze meses, e é copropriedade e coentrega da Thinkroom Consulting, uma especialista em acesso a mercado para PME — e não da Cape Innovation and Technology Initiative (CiTi), uma organização distinta da Cidade do Cabo por vezes erradamente associada ao programa.

O programa começou na Cidade do Cabo em 2013-2014 e mais tarde acrescentou uma coorte em Joanesburgo (a partir de 2019) e coortes pan-africanas sob a designação "Grindstone Africa", além de vertentes setoriais específicas, incluindo uma coorte de economia verde com a Anglo American Foundation e uma vertente focada em fundadores com a E Squared Investments/Allan Gray Fellows. Os parceiros de financiamento incluíram o SA SME Fund e a Deloitte, e o programa garantiu R$25 milhões para continuar a operar durante a disrupção da COVID-19 em 2020.

Os resultados reportados por coorte estão invulgarmente bem documentados para um programa africano de PME, aparecendo de forma consistente em meios de comunicação independentes sul-africanos e pan-africanos (ITWeb, Ventureburn, TechCabal, Disrupt Africa). A Coorte 4 (10 empresas) registou um crescimento coletivo de receita de 36% e R$35 milhões em receita adicional, com 27 novos empregos; a Coorte 5 (10 empresas) registou um crescimento de receita de 54%, mais de R$20 milhões em receita adicional e 23 novos empregos; uma coorte posterior foi reportada pelo CEO do SA SME Fund como tendo alcançado um crescimento médio de receita de 88% e 52 novos empregos em nove meses. Em 2022/23, o programa já tinha escalado para 25 empresas por admissão em duas cidades, com 64% das empresas participantes de propriedade negra e 36% de propriedade feminina.

Os números são autorreportados pelo programa e pelos seus parceiros de financiamento, e não auditados ou avaliados de forma independente por um organismo governamental ou doador terceiro — não foi encontrado nenhum relatório de avaliação do Governo do Cabo Ocidental ou da GIZ. Nenhuma fonte divulga taxas de sobrevivência ou de falência das empresas da coorte, pelo que os números de crescimento reportados refletem provavelmente sucessos autosselecionados ou autorreportados, e não um resultado auditado de toda a coorte; a estrutura organizacional também evoluiu ao longo do tempo, de um único acelerador na Cidade do Cabo para uma plataforma multivertente com derivações setoriais e por parceiro.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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