Todai TLO — Organização de Licenciamento Tecnológico da Universidade de Tóquio
Japão
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A KAIST, a principal universidade de I&D da Coreia do Sul, tornou-se a primeira universidade coreana a ultrapassar 10 mil milhões de wons num único ano de royalties de licenciamento tecnológico (10,18 mil milhões de wons, 56 contratos, 2019), e detém patentes no consórcio internacional de normas de vídeo HEVC, gerando royalties adicionais da Amazon, Apple e Google.
O gabinete de transferência e licenciamento tecnológico da KAIST — que evoluiu de um Gabinete de Licenciamento Tecnológico para o atual Instituto de Criação de Valor Tecnológico (ITVC) — gere a comercialização de patentes de uma das principais universidades de ciência e engenharia da Ásia, sediada em Daejeon, Coreia do Sul. Um veículo de capital separado, a KAIST Holdings, foi criado em dezembro de 2021 para investir diretamente em spin-offs universitários.
Em 2019, a KAIST tornou-se a primeira universidade coreana a ultrapassar 10 mil milhões de wons num único ano de royalties de licenciamento tecnológico (10,183 mil milhões de wons provenientes de 56 contratos) — à frente da Universidade Nacional de Seul (8,8 mil milhões de wons, 87 contratos) e da Universidade da Coreia (5,4 mil milhões de wons, 133 contratos). A KAIST também detém patentes, desenvolvidas pelos professores Kim Moon-cheol e Park Hyun-wook, no consórcio internacional de patentes essenciais da norma de vídeo HEVC/H.265 — as primeiras patentes de uma universidade coreana alguma vez incluídas num consórcio deste tipo — gerando cerca de 5,4 mil milhões de wons só em 2024, provenientes de licenciados como Amazon, Apple e Google. Em 2020, o Instituto Coreano de Propriedade Intelectual (KIPO) distinguiu a KAIST como uma das primeiras "Instituições de Gestão de Qualidade de Patentes de Excelência".
Estes números são fortes para os padrões coreanos, mas o setor universitário do país no seu conjunto transfere para a indústria apenas cerca de 37,9% da tecnologia patenteada — uma taxa inferior à alcançada pelos institutos de investigação governamentais — pelo que o desempenho superior da KAIST se insere num sistema que muitos observadores ainda consideram ineficiente. A KAIST Holdings, o novo veículo de investimento em spin-offs, divulga muito poucos dados públicos (o seu sítio Web enumera apenas duas subsidiárias sem estatísticas financeiras), pelo que o seu historial ainda não pode ser verificado de forma independente.
O caso mostra como uma universidade nacional forte pode superar instituições congéneres em licenciamento e monetizar internacionalmente patentes essenciais para normas, ilustrando ao mesmo tempo os limites da transparência quando a atividade passa do licenciamento para o investimento em capital de spin-offs.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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