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LPIK — Gabinete Integrado de Comercialização Tecnológica do Institut Teknologi Bandung

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Desde um decreto reitoral de 2010, o LPIK do Institut Teknologi Bandung gere um gabinete integrado de transferência de tecnologia, incubadora, parque científico e empresa de comercialização, que ajudou a lançar 95 spin-offs até 2019 — mais tarde estudado como modelo nacional num artigo revisto por pares de 2024.

Detalhes

Promotor
Institut Teknologi Bandung — LPIK (Lembaga Pengembangan Inovasi dan Kewirausahaan)
Período
2010–2024
Palavras-chave
technology transfer, university spin-offs, business incubation, innovation ecosystem

Descrição

O Instituto para o Desenvolvimento da Inovação e do Empreendedorismo (Lembaga Pengembangan Inovasi dan Kewirausahaan, LPIK) foi formalmente criado no Institut Teknologi Bandung (ITB) por um decreto reitoral em março de 2010, reportando à Vice-Reitoria para a Investigação e Inovação. Reuniu sob um único organismo quatro funções antes separadas — desenvolvimento do empreendedorismo, uma incubadora de empresas, um gabinete de transferência de tecnologia e um parque científico e de inovação — com o objetivo de levar os resultados da investigação dos laboratórios do ITB ao mercado mais rapidamente do que permitiam os mecanismos ad-hoc anteriores.
Segundo o próprio LPIK, o gabinete ajudou a lançar 95 'empresas de qualidade' no ecossistema do ITB entre 2010 e 2019, abrangendo TIC, serviços digitais, indústrias criativas, saúde, alimentação, ciências da vida, energia e ambiente. Entre os exemplos citados estão a plataforma KAZEE Intelligence e o empreendimento de próteses Karla Bionics, ambos licenciados a partir de patentes detidas pela universidade.
Um estudo de 2024 revisto por pares, da autoria de Dzakiy, Matsuura, Simatupang e Prasetio, publicado na Journal of Open Innovation: Technology, Market, and Complexity, usou o ITB como estudo de caso e concluiu que os modelos de comercialização das universidades indonésias — incluindo o utilizado no ITB — importam frequentemente estruturas concebidas para contextos de países desenvolvidos e não acomodam plenamente os interesses dos laboratórios, dos parceiros industriais e dos intermediários. O artigo propõe um modelo revisto assente em quatro tipos de intermediários (gabinete de transferência de tecnologia, incubadora, parque científico/tecnológico e uma empresa dedicada à comercialização), sugerindo que a própria estrutura do LPIK é uma referência, mas ainda um trabalho em curso e não um modelo acabado.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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