Programa de Melhoria e Proteção de Recursos da Pensilvânia (REAP)
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Maryland paga um incentivo por acre só pela plantação de culturas de cobertura de inverno, para controlar o escoamento de nutrientes — o maior e mais antigo programa estatal deste tipo nos EUA, monitorizado face às metas de azoto e fósforo da Baía de Chesapeake.
Administrado pelo Departamento de Agricultura de Maryland (MDA) e financiado através do Chesapeake Bay Restoration Fund e do Chesapeake and Atlantic Coastal Bays Trust Fund do estado, o Programa de Culturas de Cobertura paga aos agricultores um incentivo por acre — uma taxa base de 35 dólares/acre, com bónus até 65 dólares/acre para incorporação precoce e espécies preferenciais, ou uma taxa reduzida de 25 dólares/acre quando é aplicado estrume no outono — para plantarem culturas de cobertura de outono/inverno com o único fim de captar nutrientes e controlar a erosão. A inscrição exige um mínimo de 10 acres e pelo menos 80% de germinação, com candidaturas entre junho e julho de cada ano.
A participação e o financiamento variam de ano para ano: cerca de 1.274 explorações inscreveram-se na campanha de 2018-19 (uma queda de cerca de 10% face ao ano anterior), com a área efetivamente semeada a cair para menos de 60% da área inscrita nesse ano, enquanto a campanha de 2023-24 registou cerca de 450.000 a 500.000 acres semeados, com mais de 30 milhões de dólares em subsídios de comparticipação — uma das maiores adesões da história do programa, com Maryland a reportar a maior taxa de adoção de culturas de cobertura de qualquer estado dos EUA segundo dados do USDA. O financiamento estatal tem rondado 22 a 25,5 milhões de dólares por ano ao abrigo do Plano de Implementação da Bacia Hidrográfica de Maryland (Fase III), que visa cerca de 470.000 acres.
Maryland atribui parcialmente ao programa e a práticas de gestão relacionadas um progresso mensurável na qualidade da água: as cargas de fósforo caíram quase 10% (de 4,01 para 3,62 milhões de libras/ano), já atingindo a meta de 2025 do TMDL da Baía, enquanto as cargas de azoto caíram mais de 9% (de 58,1 para 52,7 milhões de libras/ano), ainda cerca de 6,9 milhões de libras aquém da meta. A Chesapeake Bay Foundation argumenta que medidas permanentes, como faixas ribeirinhas florestais, são soluções de nutrientes mais rentáveis a longo prazo do que pagamentos anuais de culturas de cobertura renovados todos os anos — uma crítica documentada ao modelo subjacente do programa.
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