Criado pelo Governo da Nova Caledónia em 2014, o Parc naturel de la mer de Corail abrange 1.292.967 km² de zona económica exclusiva — na altura, uma das quatro maiores áreas marinhas protegidas do mundo — incluindo recifes de coral, montes submarinos e águas pelágicas em torno do arquipélago. Situa-se ao lado, mas é juridicamente distinto, do sítio do Património Mundial da UNESCO de 2008, mais pequeno, "Lagunas da Nova Caledónia: Diversidade de Recifes e Ecossistemas Associados".
Avaliações científicas citadas na imprensa documentam 48 espécies de tubarões, 25 espécies de mamíferos marinhos e 5 espécies de tartarugas marinhas nas águas do parque, além de uma captura estimada de 3.000 toneladas por ano de peixe pelágico nas pescarias circundantes.
Vários relatos descrevem a proteção efetiva do parque como fraca em relação à sua dimensão legal: a fiscalização depende de "um punhado de navios franceses" a cobrir uma área descrita como o dobro do Texas e o triplo da Alemanha. Um operador turístico local é citado a perguntar onde estão as patrulhas, e um especialista em conservação nota que "chamar a algo parque nacional não equivale a proteção" — uma crítica explícita de "parque de papel".
A imprensa assinala ainda uma tensão política por resolver: uma disposição permitiria, segundo os relatos, tráfego futuro de navios de cruzeiro dentro da zona protegida, em contradição com o propósito de conservação do parque.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.