Grupos de Poupança e Crédito da União das Mulheres do Vietname — Microfinanças de Massa para Mulheres Rurais
Vietnã
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Perante um desemprego de 29,2% entre migrantes venezuelanas na Colômbia (vs 14,9% para homens), o programa da Pro Mujer, apoiado pela USAID/OSF, capitalizou 566 negócios de mulheres e ajudou 1.142 a alcançar emprego formal em 9 cidades no primeiro ano (2022-2023).
Em agosto de 2023, a Colômbia acolhia cerca de 2,88 milhões de migrantes venezuelanos, 52% deles mulheres. As migrantes enfrentavam uma taxa de desemprego de 29,2%, contra 14,9% para os migrantes homens, a par de uma informalidade generalizada: a Context, da Thomson Reuters Foundation, relatou que cerca de 90% dos migrantes venezuelanos trabalham na informalidade, contra 60% dos colombianos.
"Oportunidades Sem Fronteiras" ("Oportunidades Sin Fronteras"), uma iniciativa financiada pela USAID e implementada em parte pela Pro Mujer com apoio da Open Society Foundations, procurou colmatar esta lacuna com um conjunto de formações (custeio e preços, educação financeira, marketing digital, género e inclusão social), além de acesso a capital e serviços financeiros. Opera em nove cidades colombianas: Barranquilla, Bogotá, Cali, Cúcuta, Medellín, Riohacha, Bucaramanga, Cartagena e Santa Marta.
No seu primeiro ano de funcionamento (2022-2023), o programa reportou ter alcançado 566 mulheres migrantes venezuelanas com capitalização direta de negócios, 2.870 mulheres com acesso a serviços financeiros (poupanças, crédito, transferências), e 1.142 mulheres que alcançaram emprego formal -- das quais 659 eram chefes de família e 453 tinham responsabilidades de cuidado. Os negócios capitalizados concentraram-se em Cartagena (22,4%), Bucaramanga (17,3%), Cali (15%) e Barranquilla (11%), sobretudo nos setores de alimentação e bebidas (38%), saúde e beleza (16,6%) e comércio (13,6%).
A confirmação independente vem do El Espectador, que noticiou a meta nacional da iniciativa USAID "Oportunidades Sin Fronteras" de 100.000 empregos em 15 cidades colombianas, e da parceria subsequente da Pro Mujer em 2023 com a Fundación Belcorp e a Latimpacto para alargar a formação a empreendedoras migrantes através da sua plataforma digital "Emprende Pro Mujer".
Os valores reportados são resultados autodeclarados do programa e não uma avaliação independente e aleatorizada. Mesmo com este apoio, um inquérito de caracterização relacionado, com 10.759 empreendedores liderados por migrantes, realizado pela iNNpulsa Colombia, encontrou vulnerabilidade socioeconómica persistente entre negócios liderados por migrantes e chefiados por mulheres -- um lembrete de que a capitalização e a formação, por si só, não fecham totalmente a lacuna enfrentada por esta população.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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