A Grundachstrategie de Hamburgo - Uma Estratégia de Telhados Verdes Ligada à Taxa de Águas Pluviais
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Ao abrigo de um acordo de 2011 com a EPA e o PA DEP, o Departamento de Águas da Filadélfia construiu mais de 3.850 'acres verdes' de jardins de chuva, valas biológicas e telhados verdes, evitando milhares de milhões de galões de descargas combinadas nos rios locais, por cerca de um quarto do custo de uma alternativa totalmente convencional.
Em 2011, a cidade da Filadélfia assinou um Acordo de Consentimento com a EPA dos EUA e o Departamento de Proteção Ambiental da Pensilvânia, comprometendo-se com um plano de 25 anos (até 2036), assente sobretudo em infraestrutura verde, para reduzir em cerca de 85% as descargas combinadas de esgotos nos rios Delaware e Schuylkill, em vez de expandir os tradicionais túneis de esgoto convencionais.
O Departamento de Águas da Filadélfia constrói e inspeciona jardins de chuva, pavimento permeável, valas biológicas e telhados verdes em terrenos públicos e privados, contabilizados através de um padrão regulatório de "acres verdes". No marco dos 15 anos do programa (2024/25), o Departamento reportou mais de 3.850 acres verdes concluídos em mais de 1.100 projetos, no bom caminho para superar a meta do Ano 15, com a infraestrutura a evitar atualmente cerca de 3 mil milhões de galões de águas pluviais e descargas de esgoto por ano.
Estimativas independentes citadas pela cidade e pela NACTO apontam para um custo de 8 a 13 mil milhões de dólares para uma expansão equivalente apenas com infraestrutura convencional; o plano da Filadélfia, maioritariamente verde, tem um orçamento de cerca de 2,1 mil milhões de dólares em investimento público, com um montante semelhante de coinvestimento privado — o principal argumento económico do programa.
Reportagens recentes (Grid Magazine e Circle of Blue, 2024) questionaram se o programa conseguirá cumprir integralmente as metas de 2036, face ao aumento dos custos de construção por acre e a um ritmo de execução irregular, e um estudo hidrológico de 2024 (ScienceDirect) concluiu que o benefício medido no escoamento varia consoante a bacia hidrográfica e a intensidade da chuva. Os resultados devem ser lidos como os de um programa amplo, auditado legalmente, mas ainda em maturação, e não como um substituto totalmente comprovado da infraestrutura convencional em todos os contextos.
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