Desde 2000, o fundo municipal de água de Pimampiro paga a 27 famílias a montante entre US$8 e US$12 por hectare por ano para conservar 638 hectares de floresta, financiado por uma sobretaxa de 20% na fatura de água de 1.350 famílias — um modelo de PSA pioneiro e amplamente citado.
27 households
Agregados familiares a montante inscritos
638 hectares
Área florestal sob contrato de conservação
8 US$/ha/year
Taxa de pagamento — floresta secundária
12 US$/ha/year
Taxa de pagamento — floresta primária
20 %
Sobretaxa na fatura de água que financia o esquema
1,350 households
Agregados familiares com contador que pagam a sobretaxa
Detalhes
Maturidade
Established
Promotor
Municipio de Pimampiro
Período
2000–present
Palavras-chave
municipal water fund, forest conservation, watershed protection
Contexto
Após uma seca em 1999 que aumentou a disponibilidade dos residentes para pagar por água fiável, a pequena cidade andina de Pimampiro (província de Imbabura, Equador) lançou em 2000 um dos primeiros esquemas municipais voluntários e descentralizados de pagamento por serviços ambientais do mundo, para proteger a bacia hidrográfica que abastece a sua água potável.
Atividades
O esquema paga a 27 agregados familiares a montante, proprietários de um total de 638 hectares de floresta, 8 dólares por hectare por ano pela manutenção de floresta secundária madura e 12 dólares por hectare por ano por floresta primária, condicionados à conservação. O financiamento provém de uma sobretaxa de 20% nas faturas de água de 1.350 agregados familiares com contador na cidade, mais cerca de 500 dólares por ano em rendimentos de juros de um fundo ambiental dedicado.
Resultados
O programa foi amplamente estudado por economistas ambientais, incluindo uma comparação revista por pares com o programa nacional de florestação PROFAFOR do Equador, sendo amplamente citado como uma prova de conceito precoce que ajudou a moldar o desenho de fundos de água latino-americanos posteriores, incluindo o FONAG de Quito. Um estudo de acompanhamento revisto por pares de 2013 concluiu que os benefícios do esquema foram distribuídos de forma desigual, com proprietários maiores e mais abastados a captar uma parte desproporcional dos pagamentos em relação aos pequenos agricultores mais pobres.
Implementação
Custo indicativo
Low (< €50k) — Total payments to 27 households across 638 ha at US$8-12/ha/year, funded by a 20% surcharge on 1,350 metered households' bills — a small municipal-scale budget, placing this in the low cost band.
Tempo até resultados
Long (> 3 years) — Running continuously since 2000, over 25 years — a long timeline band.
Equipa e competências
Municipio de Pimampiro (municipal government)
Condições de sucesso
post-drought willingness-to-pay among residents
dedicated water-bill surcharge providing a stable, ring-fenced financing stream
conditional payments tied to verified forest maintenance
Modos de falha comuns
2013 peer-reviewed study found better-off, larger landholders captured a disproportionate share of payments relative to poorer smallholders — an equity/governance limitation
Fontes de dados
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
Desde 2000, a ESPH, concessionaria publica de Heredia, cobra uma tarifa ambiental (US$0,01-0,03/m3) para pagar proprietarios a montante ~US$120/ha/ano, chegando …