O Movimento OneMillionTrees de Singapura — Uma Meta Florestal Urbana Monitorizada e no Prazo para 2030
Singapura
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O Ministério dos Municípios do Catar aumentou o espaço verde urbano de 3,5 km² (2015) para 16,7 km² (2023) e plantou 94.043 árvores irrigadas com águas residuais tratadas perto de Doha, parte de um plano de um milhão de árvores integrado no Plano Nacional de Alterações Climáticas.
O Ministério dos Municípios do Catar conduz, desde 2015, um programa sustentado de florestação urbana, que fez crescer o espaço verde cartografado do país de 3,5 quilómetros quadrados para 16,7 quilómetros quadrados em 2023, e aumentou o número de parques geridos de 56 (2010) para 143 (2023). O elemento principal é a iniciativa Um Milhão de Árvores, lançada em torno do Mundial de Futebol de 2022 e integrada num objetivo mais amplo de dez milhões de árvores até 2030, utilizando espécies nativas resistentes à seca — Prosopis cineraria (ghaf), Ziziphus nummularia (sidr) e Acacia tortilis (samr) — irrigadas sobretudo com efluentes de águas residuais tratadas em vez de água potável.
O maior local único é uma floresta de 94.043 árvores em cerca de 7,5 quilómetros quadrados junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais de Doha Norte, reutilizando efluente tratado que de outra forma exigiria eliminação. As autoridades estimam que o conjunto arbóreo maduro poderá absorver cerca de 1.700 toneladas de CO2 por dia (cerca de 1,7–2 kg por árvore por dia) — uma estimativa modelada, não uma medição direta de fluxo, ainda não validada por monitorização independente. A própria estratégia de adaptação climática do Ministério dos Municípios do Catar identifica separadamente a redução da ilha de calor e o acesso a espaços verdes como prioridades, dando ao programa uma âncora política explícita para além da simples contagem de árvores.
Ressalvas: os números reportados provêm de fontes governamentais e próximas do governo, e não de medições revistas por pares; os resultados de biodiversidade das plantações maioritariamente monoespecíficas não são monitorizados publicamente; e a procura de água a longo prazo de mais um milhão de árvores num país árido e dependente de dessalinização não foi avaliada de forma independente.
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