A Floresta Orbital de Tirana — Um Cinturão Verde de 2 Milhões de Árvores Atrás da Meta de 2030
Albânia
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A Estratégia de Floresta Urbana de Melbourne, de 2012, definiu uma meta de 20 anos para duplicar a cobertura arbórea de 20% para 40% até 2040, através da plantação de mais de 40.000 árvores e da diversificação de espécies, mas os subúrbios a leste perderam quase 2.000 hectares de copa arbórea desde 2014, revelando lacunas na execução.
A cidade de Melbourne adotou a sua Estratégia de Floresta Urbana em 2012, um plano de 20 anos com o objetivo de aumentar a cobertura de copa arbórea de cerca de 20% para 40% até 2040, juntamente com limites de diversidade de espécies (não mais de 5% de uma espécie, 10% de um género, 20% de uma família) destinados a proteger contra perdas por pragas e doenças resultantes de plantações em monocultura.
A estratégia é executada através de Planos de Bairro de Floresta Urbana ao nível local, apoiados por um financiamento de capital anual de 2-2,3 milhões de dólares australianos.
No início da década de 2020, o município tinha plantado bem mais de 80.000 árvores no âmbito do programa, incluindo mais de 1.300 no distrito central de negócios, e a modelação indica que são necessárias pelo menos 3.000 novas árvores por ano até 2040 para atingir a meta de cobertura de copa. Uma análise independente da Universidade RMIT constatou que, embora as zonas interiores e ocidentais de Melbourne tenham ganho cobertura de copa, os subúrbios orientais e sudeste da cidade perderam quase 2.000 hectares de cobertura arbórea em terrenos residenciais e parques entre 2014 e o final da década de 2010.
Muitas árvores de rua plantadas na mesma época atingirão o fim da sua vida útil simultaneamente — um risco estrutural que a própria monitorização da cidade reconhece. O programa é um modelo útil de governação orientada por metas de cobertura de copa, mas os seus resultados são visivelmente desiguais em toda a cidade e ainda não estão independentemente verificados quanto a ganhos de carbono ou de retenção de água.
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