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Boa prática Importada

Re:Coded — Bootcamps de Competências Digitais para Jovens Deslocados

Iraque · Erbil · Ver o perfil de Iraque

Evidência: Observacional / pré-pós Top 23% 92/100 · Pergunte a Evidence Copilot sobre esta prática

Uma organização sem fins lucrativos que realiza bootcamps intensivos de programação e TI para refugiados, deslocados internos e jovens das comunidades de acolhimento em Erbil, Iraque, associando formação técnica a parcerias locais de emprego.

30 people
Participantes no primeiro bootcamp-piloto (Jul 2016)
120+ people
Jovens formados em Erbil e Sanliurfa (by Jun 2018)
~40 %
Percentagem de participação feminina (by Jun 2018)
400+ people
Pessoas formadas nos programas nacionais (by 2019)
85 %
Formandos à procura de emprego que conseguiram um cargo técnico (cohorts graduating Feb–Mar 2018)
40 people (8 women)
Formandos do bootcamp de cinco meses de 2018 (2018)
Re:Coded — Bootcamps de Competências Digitais para Jovens Deslocados

Detalhes

Maturidade
Em expansão
Promotor
Re:Coded
Período
2016–present
Palavras-chave
digital skills, refugee employment, coding bootcamp, IT training

Contexto

A Re:Coded lançou o seu primeiro bootcamp de programação em regime-piloto a 18 de julho de 2016, em Erbil, no Curdistão iraquiano, formando 30 jovens locais e deslocados internos em desenvolvimento web. Até junho de 2018, tinha realizado quatro bootcamps que abrangeram mais de 120 jovens em Erbil e Sanliurfa (Turquia), com uma participação feminina de cerca de 40%, e, até 2019, tinha formado mais de 400 pessoas nos seus programas nacionais, expandindo-se ao Líbano e ao Iémen.

Resultados

Reportagens independentes concluíram que 85% dos formandos à procura de emprego das duas primeiras turmas (que concluíram entre fevereiro e março de 2018) conseguiram um cargo técnico, e o jornal The National documentou um bootcamp de cinco meses em 2018 que formou 40 jovens iraquianos, oito dos quais mulheres.

Conclusões

A própria retrospetiva da organização regista uma reorientação precoce: as esperanças iniciais de que os formandos pudessem conseguir contratos internacionais de freelancing revelaram-se pouco realistas, dadas as lacunas em inglês e experiência, o que motivou uma mudança para parcerias com empregadores locais. O programa passou desde então para um modelo de prestação sobretudo remota (a partir de 2019) e é financiado em parte pela agência alemã GIZ, continuando a operar uma combinação de turmas presenciais e online no Iraque, a par dos seus outros programas nacionais.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Habitualmente financiado por

Philanthropic / foundation funding

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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