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Rural Response System (RRS) — equipas comunitárias de ação do Gana contra a violência sobre as mulheres, avaliadas em ensaio aleatorizado comunitário

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Ensaio aleatorizado comunitário na Região Central do Gana: equipas comunitárias treinadas reduziram a violência sexual por parceiro íntimo sofrida pelas mulheres de 17,1% para 7,7% e diminuíram depressão e controlo do parceiro, mas a violência física e as atitudes de género não mudaram de forma significativa.

Rural Response System (RRS) — equipas comunitárias de ação do Gana contra a violência sobre as mulheres, avaliadas em ensaio aleatorizado comunitário

Detalhes

Promotor
Gender Studies and Human Rights Documentation Centre (GSHRDC) / University of Ghana / South African Medical Research Council
Período
2016–2018
Palavras-chave
intimate partner violence, community action teams, rural, social norms

Descrição

O Rural Response System foi concebido em 2002 pelo Gender Studies and Human Rights Documentation Centre e decorreu antes em 18 comunidades (2002–2008). Cada comunidade tem uma Equipa Comunitária de Ação (COMBAT) de seis membros respeitados, formados e apoiados durante 18 meses para sensibilizar em eventos comunitários e por megafone, fazer visitas domiciliárias, aconselhar casais e encaminhar sobreviventes para a polícia e os serviços de saúde e de ação social.
Foi avaliado num ensaio aleatorizado comunitário não ocultado (NCT03237585) em quatro distritos da Região Central, dois por braço, em 40 localidades. Inquéritos repetidos aos agregados no início (2016) e no fim (2018) entrevistaram 4 148 mulheres e 4 454 homens no total; a análise usou diferenças-em-diferenças. A violência sexual por parceiro íntimo no último ano reportada pelas mulheres desceu de 17,1% para 7,7% nas áreas de intervenção, contra 9,3% para 8,0% nos controlos (DID ajustada −9,3; IC 95% −17,5 a −1,0). A depressão das mulheres (−4,75) e o controlo do parceiro (−2,66) diminuíram significativamente. A perpetração emocional/económica reportada pelos homens desceu (−15,0).
Várias medidas não foram significativas: violência física e grave sofrida pelas mulheres, perpetração física, sexual e grave dos homens, e atitudes e normas de género. A exposição dos homens foi baixa (cerca de 25% conheciam as COMBAT, 5% receberam visita domiciliária), os resultados são autorreportados, havia apenas dois distritos por braço e as pessoas inquiridas diferiram em cada ronda. Financiado pela UK Aid através do programa What Works to Prevent Violence; os autores recomendam uma expansão cuidadosa e mais investigação.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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