O Piloto Biometrico de Iris da WURI-Niger — Testando a Desduplicacao de Identidade Digital MOSIP em Quatro Comunas
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A Agência Nacional de Identificação do Ruanda está a construir um Sistema Único de Identificação Digital que usa IA biométrica (ABIS) para deduplicar impressões digitais, íris e face, dando a cada cidadão um único número de identificação vitalício.
No orçamento de 2025-26, o Ruanda atribuiu Rwf12,2 mil milhões (cerca de 8,5 milhões de dólares) para avançar um Sistema Digital de Identificação Único (SDIS) nacional, substituindo um sistema legado no qual os cidadãos recebiam um novo número de identificação sempre que um cartão era reemitido. O núcleo do sistema é um Sistema Automatizado de Informação Biométrica (ABIS), que usa correspondência de impressões digitais, íris e face baseada em aprendizagem automática para verificar que cada inscrito ainda não está registado antes de emitir um número de identificação único e vitalício.
O registo nacional abriu em agosto de 2025, com a captura biométrica a começar em meados de setembro de 2025; mais de 300.000 pessoas tinham-se inscrito segundo os últimos dados públicos, com a emissão total do cartão de identificação nacional prevista para 2026-2027, seguindo uma abordagem que oficiais ruandeses afirmam basear-se no anterior lançamento biométrico do Gana vizinho.
As estimativas de custo do programa já subiram, de um orçamento inicial de inscrição de 8,5 milhões de dólares para um custo total do sistema citado de forma variável em 38 milhões de dólares e, em relatórios posteriores, 57 milhões de dólares. Ainda não está disponível nenhuma avaliação independente e publicada da precisão de correspondência do ABIS, taxas de falsos positivos ou desempenho na deteção de duplicados, pelo que os seus benefícios de 'registo único' devem ser lidos como intenção de conceção, e não como um resultado operacional comprovado.
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