Pontos Digitais Comunitarios (Points Numeriques Communautaires)
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Uma reforma apoiada pelo Banco Mundial e pela DFAT australiana abriu o mercado movel das Ilhas Salomao a concorrencia, reduzindo os precos das chamadas em cerca de 60% e elevando o acesso as telecomunicacoes de cerca de 11% para 54% da populacao ate 2013, embora a acessibilidade a internet tenha continuado a ser um desafio.
Antes deste projeto, as Ilhas Salomão — uma nação com mais de 900 ilhas espalhadas por 1,34 milhões de km² de oceano — tinham um dos setores de telecomunicações menos desenvolvidos do Pacífico, dominado por um único operador, com preços elevados e cobertura rural mínima. O Telecommunications and ICT Development Project, financiado pelo Banco Mundial, decorreu entre agosto de 2010 e março de 2015, com um cofinanciamento de 4,8 milhões de dólares australianos do Departamento dos Negócios Estrangeiros e Comércio (DFAT) do Governo australiano, trabalhando com o Ministério das Comunicações e Aviação para abrir o mercado móvel à concorrência e alargar o acesso de última milha.
O projeto visava reduzir o custo das telecomunicações e alargar o acesso, pondo fim ao monopólio de um único operador e permitindo a entrada de um segundo operador móvel no mercado.
As reformas abriram o mercado móvel a um segundo operador, a par do operador estabelecido Solomon Telekom, e o projeto impulsionou uma rede de retalho distribuída de agentes de recarga móvel 'Telekom Me'.
A reforma coincidiu com a entrada de um segundo operador móvel, impulsionando uma queda de cerca de 60% no preço das chamadas — uma chamada local de três minutos custava 1,20 dólares em 2010 e menos de 0,50 dólares em 2013, segundo o Banco Mundial. O acesso às telecomunicações cresceu de uma estimativa de 11% da população (cerca de 65 000 pessoas) antes da concorrência para 54% em maio de 2013. Mais de 8000 indivíduos e pequenas empresas — a maioria mulheres — inscreveram-se como agentes 'Telekom Me' desde 2010, obtendo margens superiores a 10%.
Um Relatório Independente de Conclusão do DFAT australiano avaliou o programa como tendo alcançado os resultados pretendidos, corroborando os próprios relatórios do Banco Mundial. Contudo, o Banco Mundial é explícito quanto ao facto de este ter sido, sobretudo, um sucesso ao nível do acesso a voz/telemóvel: a acessibilidade económica à internet e a cobertura de banda larga nas ilhas periféricas continuaram a ser um desafio significativo por resolver após o encerramento do projeto, o que levou a um projeto subsequente, o National Broadband Infrastructure Project.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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