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Boa prática Importada

Área de Gestão Marinha de Soufrière — Rede de Reservas Cogeridas Financiada por Utilizadores

Santa Lúcia · Soufrière · Ver o perfil de Santa Lúcia

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A SMMA de Soufrière, Santa Lúcia (1994/95), é uma rede de reservas autofinanciada. Estudos acharam biomassa de peixes quadruplicada nas reservas sem pesca e capturas adjacentes a subir 46-90% em cinco anos, embora uma revisão de 2020 mostre o modelo cada vez mais desafiado.

46-90 %
Aumento das capturas artesanais adjacentes no espaço de cinco anos (within 5 years)
more than quadrupled relative increase
Aumento da biomassa de espécies comercialmente importantes dentro das reservas sem captura
tripled relative increase
Aumento da biomassa de espécies comercialmente importantes nas zonas de pesca envolventes
~150 fishers
Pescadores registados que utilizam a SMMA
400 EC$/month
Subsídio mensal para pescadores de covos e redes de emalhar deslocados (1 year)
Área de Gestão Marinha de Soufrière — Rede de Reservas Cogeridas Financiada por Utilizadores

Detalhes

Maturidade
Consolidada
Promotor
Soufrière Marine Management Association (SMMA) / Government of Saint Lucia Department of Fisheries
Período
1994-present
Palavras-chave
marine protected area, co-management, user fees, coral reef fisheries, self-financed conservation

Contexto

A Área de Gestão Marinha de Soufrière (SMMA) surgiu de consultas realizadas em 1992 entre pescadores, operadores de mergulho e hoteleiros para resolver conflitos sobre o uso dos recifes na costa oeste de Santa Lúcia. Foi criada em 1994, ao abrigo da Lei das Pescas de 1984, e formalmente proclamada em junho de 1995.

Objetivos

A SMMA criou uma rede multizonal que combina reservas marinhas sem captura (com mergulho permitido), áreas prioritárias de pesca, zonas de fundeadouro para iates e áreas de uso múltiplo, financiada para ser autossustentável através de taxas de utilizadores, em vez de depender de financiamento governamental contínuo.

Atividades

Cerca de 150 pescadores registaram-se como utilizadores, cerca de dois terços a trabalhar a tempo inteiro. Os pescadores deslocados da pesca com covos e redes de emalhar pelas novas zonas sem captura receberam subsídios mensais de EC$400 durante um ano. A área é financiada através de taxas de mergulho, taxas de fundeadouro para iates, venda de recordações e doações, funcionando como uma ONG autorizada pelo governo, com subvenções complementares da GIZ, GEF, NOAA, UNEP e USAID.

Resultados

Roberts et al. (2001, Science) constataram que as capturas artesanais adjacentes aumentaram 46-90% no espaço de cinco anos após a criação da reserva. Hawkins et al. (2006, Biological Conservation) constataram que a biomassa total de espécies comercialmente importantes mais do que quadruplicou dentro das reservas sem captura e triplicou nas zonas de pesca envolventes.

Conclusões

Uma análise de governação revista por pares de 2020 concluiu que o modelo de cogestão está 'cada vez mais desafiado por forças externas, como a pressão turística em mudança e as restrições de financiamento'.

Implementação

Custo indicativo
Baixo (< 50 mil €) — Self-financing through user fees, souvenir sales and donations, supplemented by international grants (GIZ, GEF, NOAA, UNEP, USAID); time-limited stipends (EC$400/month for one year) for displaced fishers -- overall a low-cost model relative to the conservation outcomes achieved.
Tempo até resultados
Longo (> 3 anos) — Established in 1994/95 and still operating as of the 2020 governance study -- over 25 years -- rated long timeline.
Equipa e competências
SMMA management NGO (government-authorised), Registered local fishers (~150, roughly two-thirds full-time), Dive operators and hoteliers as founding stakeholders, Supplemental technical/financial support from GIZ, GEF, NOAA, UNEP and USAID

Condições de sucesso

  • Co-management structure built from 1992 multi-stakeholder consultations among fishers, dive operators and hoteliers
  • Self-financing revenue model (diving fees, yacht moorings, souvenir sales, donations) reduces dependency on external funding
  • Transitional support (EC$400/month for one year) for fishers displaced by no-take zones eased adoption
  • Multi-zone design balancing no-take reserves, fishing priority areas and multiple-use areas

Modos de falha comuns

  • A 2020 peer-reviewed analysis found the co-management model increasingly challenged by shifting tourism pressure and funding constraints

Onde se enquadra

Tipo de governação
co-managed, government-authorised NGO with local stakeholder governance
Escala
local/community marine reserve network (single coastal area)
Nível de rendimento
middle-income (small island developing state)

Habitualmente financiado por

National / regional programmes

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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