UCT Research Contracts & Innovation — Gabinete de Transferência de Tecnologia da Universidade da Cidade do Cabo
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Gerido desde 2005 pela Technion R&D Foundation, o T3 ajudou o Technion a manter-se entre as 100 melhores universidades do mundo em patentes por 5 anos seguidos (81.º lugar mundial em 2025), com spin-offs adquiridas pela Medtronic, J&J e Siemens Healthineers.
O T3 — Technion Technology Transfer é o braço de transferência de tecnologia da Technion Research & Development Foundation (TRDF), gerindo a propriedade intelectual do Technion – Israel Institute of Technology desde 2005 sob a direção do advogado Benjamin Soffer, com uma equipa de 11 pessoas.
O que faz: o T3 avalia e regista patentes de invenções do Technion, negoceia licenças com a indústria e gere programas de aceleração e investimento — incluindo o AMIT, uma incubadora de dispositivos médicos financiada com uma doação superior a 100 milhões de dólares do filantropo Alfred E. Mann — para ajudar investigadores a criar e financiar empresas spin-off.
Resultados: segundo a classificação Top 100 Worldwide Universities da National Academy of Inventors (baseada em dados do gabinete de patentes dos EUA, USPTO) e a cobertura da imprensa israelita, o Technion tem-se mantido entre as 100 melhores instituições do mundo em patentes de utilidade dos EUA durante cinco anos consecutivos, ocupando o 68.º lugar em 2022, o 65.º em 2023 (48 patentes) e o 81.º em 2025 (46 patentes) — a única universidade israelita na lista em todos esses anos. As spin-offs ligadas ao T3 incluem a Mazor Robotics (robôs de cirurgia da coluna, mais tarde adquirida pela Medtronic), a Biosense (mapeamento cardíaco, adquirida pela Johnson & Johnson), a Corindus (angioplastia assistida por robô, adquirida pela Siemens Healthineers) e a Pluristem Therapeutics, além do medicamento para a doença de Parkinson rasagilina (comercializado como Azilect), desenvolvido com a Teva Pharmaceuticals a partir de investigação do Technion.
Ressalva: a própria classificação da NAI adverte que a contagem de patentes não indica a qualidade da investigação de uma universidade nem o seu sucesso no licenciamento, pelo que deve ser lida em conjunto com as saídas de spin-offs nomeadas do T3, e não como uma medida de impacto isolada.
Porque é uma boa prática: mostra um gabinete universitário de transferência de tecnologia de longa duração e gestão profissional, com um historial de patentes classificado de forma independente e várias spin-offs de tecnologia médica mais tarde adquiridas por grandes empresas globais de dispositivos e farmacêuticas.
Ler a análise completa: https://t3.technion.ac.il/
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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