Cyberjaya 2.0 — o relançamento da cidade tecnológica planeada da Malásia
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Desde 2016, o gabinete de Cidade Inteligente de Taipé fez quase 600 reuniões de intermediação público-privada e avaliou 100+ propostas-piloto, convertendo um terço em provas de conceito — de drones de socorro ao serviço WeMo — com orçamento anual de ~1 milhão de dólares.
Criado em 2016 pelo Departamento de Tecnologias de Informação de Taipé e operado pela Taipei Computer Association, o Gabinete de Gestão de Projetos da Cidade Inteligente (TPMO) funciona com um orçamento anual de cerca de 30 milhões de novos dólares taiwaneses (1,07 milhões de dólares) e cerca de 20 colaboradores. Em vez de emitir concursos tradicionais, as empresas apresentam ideias diretamente ao TPMO, que as associa aos departamentos municipais relevantes — coordenando mais de 30 departamentos e agências civis — para pilotos em condições reais no âmbito do modelo '1+7' da cidade.
Só no primeiro ano, o TPMO realizou quase 600 reuniões de intermediação público-privada, entrevistou cerca de 200 empresas e concluiu mais de 60 casos de intermediação. Nos primeiros três anos, até 2019, apresentou mais de 100 propostas-piloto, das quais cerca de um terço avançou para a fase de prova de conceito — com ainda menos a converterem-se em programas duradouros. Cumulativamente, mais de 200 projetos de cidade inteligente produziram resultados tangíveis, divididos entre cerca de 30 iniciativas de cima para baixo e 170 propostas de baixo para cima, das quais 32% tiveram origem em startups.
Um exemplo emblemático é a WeMo, um serviço de partilha de trotinetes elétricas que o TPMO ajudou a articular com o Departamento de Transportes para chegar ao mercado. Outro é uma ligação de comunicação baseada em drones desenvolvida com o Corpo de Bombeiros de Taipé para resposta a desastres. O modelo foi reconhecido internacionalmente, ganhando o ouro na categoria 'Cidade Cooperativa' dos prémios WeGO (World e-Governments Organization), e está catalogado pelo programa Green Cities do BERD como uma ferramenta de política transferível para outros municípios.
O próprio gabinete reconhece que a taxa de conversão de propostas em projetos duradouros continua modesta, e descreve a regulamentação existente sobre contratação pública como uma limitação contínua a uma colaboração público-privada mais profunda; o seu objetivo de longo prazo de se tornar parcialmente autofinanciado ainda não foi alcançado.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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