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TICO — Rede Nacional Egípcia de Gabinetes de Inovação e Comercialização Tecnológica

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A Academia Egípcia de Investigação Científica e Tecnologia ampliou os seus Gabinetes de Inovação e Comercialização Tecnológica (TICO) de um projeto-piloto em 2013 para 56 gabinetes universitários em 2024, embora a revisão da OCDE de 2026 tenha constatado que a atividade de patenteamento ainda não acompanhou o aumento da produção científica.

TICO — Rede Nacional Egípcia de Gabinetes de Inovação e Comercialização Tecnológica

Detalhes

Promotor
Academy of Scientific Research and Technology (ASRT)
Período
2013–2024
Palavras-chave
technology transfer, intellectual property, research commercialisation, higher education

Descrição

Em 2013, a Academia Egípcia de Investigação Científica e Tecnologia (ASRT), em conjunto com o Instituto Egípcio de Patentes, lançou a iniciativa dos Gabinetes de Inovação e Comercialização Tecnológica (TICO), destinada a instalar uma unidade normalizada em três partes — um gabinete de transferência de tecnologia centrado nas ligações à indústria, um centro de apoio à inovação tecnológica para questões de propriedade intelectual, e um gabinete de financiamento e cooperação internacional — em universidades e centros de investigação em todo o país.
A Revisão da Política de Inovação da OCDE para o Egito, de 2026, confirma que a rede tinha crescido para 56 TICO até 2024, e observa que os gabinetes estão agora a ser reestruturados em 'gabinetes de comercialização tecnológica' (OCT), que envolveriam os parceiros industriais mais cedo no processo de investigação, e não apenas na fase de patenteamento/licenciamento.
A mesma revisão da OCDE é franca quanto aos resultados ainda limitados: constata que o volume de publicações científicas do Egito, em rápido crescimento, 'não se traduziu num aumento da atividade de patenteamento', apontando para uma partilha de conhecimento persistentemente fraca entre a academia e a indústria, apesar de uma década de funcionamento da rede TICO. A iniciativa é, portanto, uma estrutura real, de escala nacional, com supervisão independente credível, mas cujos próprios avaliadores afirmam que ainda não fechou o fosso entre ciência e indústria que foi criada para colmatar.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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