Conversão de Dívida das Bahamas para a Conservação Marinha (Nature Bond)
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Um parque marinho lagunar de 5,7 km² nas Granadinas é autofinanciado por taxas de visitantes e fundeio desde 1997, sustentando uma autoridade de 13 pessoas sem subsídio estatal, mesmo com um levantamento de 2007 a registar coral vivo em apenas 5–30% e recifes em declínio.
Estabelecido como área de conservação pesqueira em 1987 e formalizado como parque marinho estatutário ao abrigo da Lei dos Parques Marinhos de 1997, o Parque Marinho de Tobago Cays protege uma lagoa de fundo arenoso de 1 400 acres (5,7 km²) no sul das Granadinas. O Governo de São Vicente e Granadinas adquiriu os cays por 1 025 000 dólares em abril de 1999.
Um Conselho do Parque Marinho de dez membros supervisiona hoje uma Autoridade do Parque Marinho de 13 pessoas. Desde um relançamento em 2006, o parque é gerido como uma área protegida autofinanciada, sem subsídio governamental recorrente, cobrando taxas obrigatórias de utilização e amarração a cerca de 50 000 passageiros de cruzeiros por ano (cerca de 10 000 desembarcando nos cays) e cerca de 8 000 iates; um sistema de pagamento eletrónico de 2022 (construído com a GIZ, GCFI/MPA Connect e Reef Support) modernizou a cobrança das taxas.
O projeto OPAAL, apoiado pelo Fundo para o Ambiente Mundial (a partir de 2005, através do Banco Mundial, FFEM e OEA), apoiou o desenvolvimento institucional do parque, que foi classificado como ecossistema de importância regional ao abrigo do Protocolo SPAW em 2014. No entanto, um levantamento de recifes de 2007 encontrou uma cobertura de coral vivo de apenas 5–30% na maioria dos recifes, classificando-os como em declínio no geral.
O financiamento estável, por si só, não inverteu a degradação subjacente dos recifes — um alerta contra tratar a sustentabilidade das taxas de utilização como um indicador de resultados ecológicos.
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