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Boa prática Importada

Parque Marinho de Tobago Cays — Modelo Autofinanciado por Taxas de Utilizador para Proteção Marinha (São Vicente e Granadinas)

São Vicente e Grenadinas · Tobago Cays · Ver o perfil de São Vicente e Grenadinas

Evidência: Observacional / pré-pós Top 90% 27/100 · Pergunte a Evidence Copilot sobre esta prática

Um parque marinho lagunar de 5,7 km² nas Granadinas é autofinanciado por taxas de visitantes e fundeio desde 1997, sustentando uma autoridade de 13 pessoas sem subsídio estatal, mesmo com um levantamento de 2007 a registar coral vivo em apenas 5–30% e recifes em declínio.

5,7 km²
Área do parque marinho
5–30 %
Cobertura de coral vivo (2007)
50000
Passageiros de cruzeiros por ano (per year)
8000
Visitas anuais de iates

Detalhes

Maturidade
Consolidada
Promotor
Tobago Cays Marine Park Authority (Government of St. Vincent and the Grenadines)
Período
1997–present
Palavras-chave
marine conservation, tourism, protected-area finance

Contexto

Estabelecido como área de conservação pesqueira em 1987 e formalizado como parque marinho estatutário ao abrigo da Lei dos Parques Marinhos de 1997, o Parque Marinho de Tobago Cays protege uma lagoa de fundo arenoso de 1 400 acres (5,7 km²) no sul das Granadinas. O Governo de São Vicente e Granadinas adquiriu os cays por 1 025 000 dólares em abril de 1999.

Atividades

Um Conselho do Parque Marinho de dez membros supervisiona hoje uma Autoridade do Parque Marinho de 13 pessoas. Desde um relançamento em 2006, o parque é gerido como uma área protegida autofinanciada, sem subsídio governamental recorrente, cobrando taxas obrigatórias de utilização e amarração a cerca de 50 000 passageiros de cruzeiros por ano (cerca de 10 000 desembarcando nos cays) e cerca de 8 000 iates; um sistema de pagamento eletrónico de 2022 (construído com a GIZ, GCFI/MPA Connect e Reef Support) modernizou a cobrança das taxas.

Resultados

O projeto OPAAL, apoiado pelo Fundo para o Ambiente Mundial (a partir de 2005, através do Banco Mundial, FFEM e OEA), apoiou o desenvolvimento institucional do parque, que foi classificado como ecossistema de importância regional ao abrigo do Protocolo SPAW em 2014. No entanto, um levantamento de recifes de 2007 encontrou uma cobertura de coral vivo de apenas 5–30% na maioria dos recifes, classificando-os como em declínio no geral.

Conclusões

O financiamento estável, por si só, não inverteu a degradação subjacente dos recifes — um alerta contra tratar a sustentabilidade das taxas de utilização como um indicador de resultados ecológicos.

Implementação

Custo indicativo
Baixo (< 50 mil €) — Self-financed via user/mooring fees since 2006; original government purchase cost US$1,025,000 (1999).
Tempo até resultados
Longo (> 3 anos) — Protected status since 1987/1997; self-financed model running continuously since 2006.
Equipa e competências
Marine Park Board (10 members), Marine Park Authority (13 staff), Government of St. Vincent and the Grenadines

Condições de sucesso

  • Compulsory user and mooring fees generating self-financing without government subsidy
  • GEF-backed OPAAL institutional-development support (from 2005)
  • 2022 e-payment system (GIZ, GCFI/MPA Connect, Reef Support) modernising fee collection

Modos de falha comuns

  • A 2007 reef survey found live coral cover of only 5–30% on most reefs and rated them in decline overall, showing stable finance has not reversed underlying reef degradation

Habitualmente financiado por

National / regional programmes Own resources / municipal budget

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

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Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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