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Boa prática Importada

Chatbot de verificação do TSE no WhatsApp — o Tribunal Superior Eleitoral encaminha eleitores para checagens de parceiros, sem avaliação de impacto publicada

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O tribunal eleitoral brasileiro tem um bot oficial no WhatsApp que pesquisa checagens da Lupa, Aos Fatos, Comprova e Estadão Verifica. Tinha mais de 530 000 inscritos em setembro de 2022; o alcance está documentado, mas nenhum estudo mede o efeito na crença ou na partilha.

Chatbot de verificação do TSE no WhatsApp — o Tribunal Superior Eleitoral encaminha eleitores para checagens de parceiros, sem avaliação de impacto publicada

Detalhes

Promotor
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), with Meedan and four fact-checking agencies
Período
2022–present
Palavras-chave
elections, disinformation, chatbot, fact-checking, WhatsApp

Descrição

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tribunal eleitoral do Brasil, opera um chatbot oficial no WhatsApp que permite aos eleitores verificar suspeitas de desinformação. Os utilizadores escrevem termos de pesquisa ou enviam ligações; o sistema consulta uma base de conteúdos já verificados por quatro organizações parceiras de verificação de factos — Agência Lupa, Aos Fatos, Projeto Comprova e Estadão Verifica. As alegações por verificar são encaminhadas para os verificadores.
A versão de 2022 foi desenvolvida com a Meedan (organização sem fins lucrativos de software para linhas de denúncia) e a Infobip (prestadora de serviços WhatsApp) no âmbito da colaboração «Confirma 2022». As notícias da época indicavam mais de 530 000 inscritos em setembro de 2022. A Meedan refere que o seu trabalho com parceiros no Brasil gerou mais de 64 000 conversas e mais de 15 000 verificações distribuídas em cinco linhas de denúncia, e descreve o bot do TSE como usado por milhões de brasileiros por mês; esta última afirmação é de um parceiro e não foi verificada com dados do TSE.
Os limites são claros. O bot depende inteiramente de verificações já existentes, pelo que as novas alegações aguardam verificação manual pelas agências parceiras. Nenhuma fonte analisada avalia se os utilizadores passam a acreditar ou partilhar menos conteúdo falso, pelo que a evidência é de alcance e funcionamento, não de resultados. Desde 2024, o TSE integrou o combate à desinformação num programa permanente com um centro integrado (CIEDDE); esses resultados posteriores não foram verificados de forma independente.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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