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Good practice

Restauro de Manguezais da Baía de Tubli — Conselho Superior do Ambiente e Parceria UN-Habitat/HSBC (Bahrein)

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O Conselho Superior do Ambiente do Bahrein protege os manguezais da Baía de Tubli, classificada como sítio Ramsar (~48 ha em 2020), e, com o UN-Habitat e o HSBC, restaura povoamentos em Ras Sanad, no âmbito de um compromisso nacional de plantar 3,6 milhões de árvores e quadruplicar a cobertura de mangue até 2035.

Restauro de Manguezais da Baía de Tubli — Conselho Superior do Ambiente e Parceria UN-Habitat/HSBC (Bahrein)

Detalhes

Promotor
Supreme Council for Environment (Bahrain), with UN-Habitat and HSBC
Período
1995-present (UN-Habitat/HSBC partnership 2020s-present)
Palavras-chave
mangrove restoration, coastal wetlands, Ramsar site, blue carbon, urban nature-based solutions

Descrição

A Baía de Tubli, uma baía intertidal de 13,5 km² a sul de Manama, alberga os maiores povoamentos de mangue (Avicennia marina) do Bahrein e é área protegida desde 1995 e Zona Húmida Ramsar de Importância Internacional desde 1997; o Conselho Superior do Ambiente (SCE) do Bahrein é a principal autoridade nacional responsável pelo local.

Em 2020, a cobertura de manguezais do Bahrein situava-se em cerca de 48 hectares, concentrados na Baía de Tubli e em Dohat Arad. O UN-Habitat e o HSBC formaram uma parceria para restaurar povoamentos de mangue em Ras Sanad, dentro da Baía de Tubli, associando explicitamente o replantio ao planeamento urbano e ao bem-estar comunitário, em vez de o tratar como um projeto ecológico isolado.

O restauro insere-se no compromisso nacional do Bahrein de plantar 3,6 milhões de árvores até 2035 e de aproximadamente quadruplicar a área de manguezais do país no mesmo período, posicionando os manguezais como parte da estratégia de proteção costeira e climática do reino.

Como ressalva, as fontes analisadas descrevem uma linha de base de 2020 e uma meta para 2035, e não hectares efetivamente restaurados ou uma taxa de sobrevivência monitorizada até à data. Ao contrário dos programas de carbono azul de Abu Dhabi e de Omã presentes neste catálogo, esta prática é atualmente melhor evidenciada como um quadro legal de local protegido com uma parceria de restauro em fase inicial, do que como um programa com resultados de plantio em grande escala já demonstrados.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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