evidoria

← Back to browse

Good practice

Cooperativa de Serviços Sanitários Yegenew — Empresa de Mulheres com Deficiência em Adis Abeba

Ethiopia · Addis Ababa · See the Ethiopia profile

A cooperativa etíope Yegenew, criada após vencer um prémio do Banco Mundial, construiu duches e lavandarias em Adis Abeba geridos só por pessoas com deficiência, elevando salários de ~8 para ~50 dólares/mês e apoiando hoje mais de 1000 familiares.

Cooperativa de Serviços Sanitários Yegenew — Empresa de Mulheres com Deficiência em Adis Abeba

Details

Promoter
Federation of Ethiopian National Association of Persons with Disabilities (FENAPD), with ILO and Irish Aid
Period
2003/2004-present
Keywords
disability inclusion, women's entrepreneurship, microfinance, cooperative employment

Description

A Federação Nacional Etíope de Associações de Pessoas com Deficiência (FENAPD) propôs uma empresa de serviços sanitários ao concurso Development Marketplace do Banco Mundial, vencendo um dos 186 prémios escolhidos entre mais de 2700 candidaturas. A cooperativa resultante, Yegenew (Yenegew Sew) Sanitary Services, fundada no início dos anos 2000, construiu instalações de duche e lavandaria em cerca de 30 locais em Adis Abeba, com quadro de pessoal composto inteiramente por pessoas com deficiência. A cooperativa insere-se numa parceria de longa data entre a OIT, a Irish Aid e a FENAPD, que também canalizou financiamento inicial para a instituição de microfinanças Gasha e ajudou uma vertente separada, a Associação de Veteranos com Deficiência do Tigray, a ligar mais de 1600 pessoas com deficiência a crédito de microfinanças do qual estavam anteriormente excluídas.
Um estudo de caso da OIT/OCDE-CAD documentou que os cerca de 180-250 trabalhadores iniciais da cooperativa viram os seus salários subirem de cerca de 8 para 50 dólares por mês ao longo de quatro anos. Um relato posterior da equipa das Nações Unidas na Etiópia, a propósito do 25.º aniversário da parceria OIT-FEAPD, refere que mais de 1000 familiares dependem atualmente da empresa para o seu sustento, e que o financiamento de microcrédito facilitado pela OIT permitiu a centenas de mulheres com deficiência iniciar os seus próprios microempreendimentos.
A base de evidência é real mas não rigorosa: as duas principais fontes discordam quanto ao ano de fundação (2003 vs. 2004) e ao número inicial de trabalhadores (180 vs. 250), sugerindo que a história de base é sólida mas os números são imprecisos entre relatos. Ambas são narrativas institucionais das próprias agências implementadoras (OIT, OCDE, equipa da ONU no país), sem grupo de controlo nem inquérito desagregado especificamente sobre os resultados para as mulheres com deficiência dentro do universo mais amplo de membros da cooperativa. A maior parte dos dados quantitativos mais robustos (crescimento salarial, número de trabalhadores) tem mais de uma década.

Implementation

Implementation detail (cost, timeline, staffing, conditions for success) is not yet available for this practice.

Data sources

Where this practice's information was retrieved from, and when.

Attachments

Similar practices you may find useful