A Iniciativa Africana de Programação para Raparigas da ONU Mulheres promove acampamentos de duas semanas de programação, robótica e IA — 'Binti Dijitali' — para tanzanianas dos 17 aos 25 anos; a Fase 2 (2022–2026) visa 1.000+ participantes em 11 países africanos.
2,000 women and girls (17–25)
Participantes-alvo (AGCCI global) (since 2018)
600+ participants across 32 African countries
Participantes na Fase 1 (2018–2021)
1,000+ girls across 11 countries
Participantes-alvo da Fase 2 (2022–2026)
Detalhes
Maturidade
Em expansão
Promotor
UN Women Tanzania
Período
2018–2026
Palavras-chave
gender equality, digital skills, coding, NGO/UN
Contexto
A ONU Mulheres, a Comissão da União Africana e a UIT lançaram a African Girls Can Code Initiative (AGCCI) em 2018 para formar 2.000 mulheres e raparigas africanas (17–25 anos) como programadoras, designers e criadoras; na Tanzânia, o programa é implementado como 'Binti Dijitali' com os Ministérios do Género, TIC e Educação na Tanzânia continental e em Zanzibar, financiado pelo Governo da Bélgica.
Atividades
A Fase 1 (2018–2021) alcançou mais de 600 participantes em 32 países africanos; a Fase 2, lançada em Dar es Salaam no Dia Internacional das Raparigas nas TIC (9 de maio de 2022), realiza campos residenciais de 10 dias/duas semanas que abrangem programação, UI/UX, produção web, robótica e (em coortes mais recentes) aplicações de IA, visando mais de 1.000 raparigas em 11 países, incluindo Tanzânia, Quénia, Ruanda, Uganda e RDC, com uma Fase 3 em planeamento a partir de 2025.
Resultados
A evidência é maioritariamente um acompanhamento qualitativo de casos, e não uma avaliação de impacto formal: a ex-aluna Flora Kagoma foi construir um drone melhorado com IA para deteção de doenças em culturas, que ganhou o segundo lugar no Prémio Mama Samia da Tanzânia para Melhor Ideia Agrícola, enquanto outras (por exemplo, Annagrace Malamsha) seguiram carreiras em marketing digital e design — sinais encorajadores, mas ainda não um estudo sistemático de resultados.
Implementação
Custo indicativo
Médio (50 mil–500 mil €) — Funded by the Government of Belgium; no public per-participant or total budget figure was found.
Tempo até resultados
Longo (> 3 anos) — Phase 1 ran 2018–2021, Phase 2 launched May 2022 and runs through 2026, with Phase 3 in planning from 2025.
Equipa e competências
UN Women, African Union Commission, International Telecommunication Union (ITU), Ministries of Gender, ICT and Education (Tanzania Mainland and Zanzibar), Government of Belgium (funder)
Condições de sucesso
National ministry co-delivery rather than a purely NGO-run camp.
A residential camp format covering a broad skill set (coding, UI/UX, robotics, and later AI) rather than a single narrow topic.
A multi-year, multi-phase design (Phase 1 through planned Phase 3) that lets the programme build on earlier cohorts.
Habitualmente financiado por
Philanthropic / foundation funding
Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.
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Fontes de dados
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