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Projeto-piloto ALUS de Manitoba (Blanshard) — primeiros pagamentos a proprietários por zonas húmidas e áreas naturais no Canadá, com forte adesão mas poucos dados de resultados

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Entre 2006 e 2009, o município de Blanshard, em Manitoba, testou o ALUS: pagamentos anuais a proprietários por zonas húmidas, áreas naturais, ribeirinhas e sensíveis. Foram inscritos cerca de 21 000 acres; uma tese independente apontou adesão dos agricultores mas sem dados ambientais definitivos.

Projeto-piloto ALUS de Manitoba (Blanshard) — primeiros pagamentos a proprietários por zonas húmidas e áreas naturais no Canadá, com forte adesão mas poucos dados de resultados

Detalhes

Promotor
Keystone Agricultural Producers / Manitoba Agriculture / Little Saskatchewan River Conservation District (ALUS)
Período
2006–2009 (pilot); ALUS Canada relaunched 2016
Palavras-chave
agriculture, wetlands, riparian areas, landowner incentives, ecological goods and services

Descrição

O conceito Alternative Land Use Services (ALUS) foi testado no município rural de Blanshard, no distrito de conservação do rio Little Saskatchewan, em Manitoba, entre 2006 e 2009, sendo descrito pela província como o primeiro do género no Canadá. Os proprietários recebiam pagamentos anuais pela manutenção e melhoria de ativos naturais em quatro categorias: zonas húmidas, áreas naturais, áreas ribeirinhas e terras ecologicamente sensíveis (até 20% destas podiam ser inscritas). As zonas húmidas tinham a remuneração mais alta.
Segundo o Manitoba Agriculture, foram inscritos cerca de 21 000 acres, mais de 70% dos proprietários participaram e foram pagos cerca de 1,2 milhões de dólares em três anos. A Manitoba Agricultural Services Corporation geriu contratos e auditorias. O piloto concluiu que o ALUS foi mais eficaz na obtenção de serviços de zonas húmidas, sobretudo em terras de pouco valor agrícola. O apoio veio do governo provincial, da Delta Waterfowl Foundation e da Keystone Agricultural Producers.
O modelo expandiu-se: foi aplicado no Ontário (um acordo de reflorestação de 24 acres no condado de Norfolk, de 2010, pagava cerca de 30 dólares por acre por ano) e na Montérégie, no Quebeque, e a ALUS Canada relançou-se como organização sem fins lucrativos independente em 2016.
Advertência: um estudo de caso de 2014 da Universidade Dalhousie (Campbell) concluiu que o ALUS teve êxito em envolver os agricultores, mas que não havia dados definitivos de melhoria ambiental, recomendando melhor monitorização. Os resultados devem ser lidos como evidência de adesão e não como prova de ganho ecológico.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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