A Armenia Tree Project (ATP), fundada em 1994 pela Assembleia Arménia da América em resposta à grave desflorestação ocorrida durante o embargo energético da Primeira Guerra do Nagorno-Karabakh, gere um programa de Plantação Comunitária de Árvores que já plantou 140.067 árvores em 384 locais distintos, abrangendo os 12 distritos administrativos de Erevan, ao longo de 30 anos, em parceria com o município, escolas, hospitais e grupos comunitários. A ATP estima que as árvores plantadas capturarão perto de 27.000 toneladas de CO2 ao longo das suas vidas, com base numa taxa de sequestro por árvore de cerca de 22 a 31 kg de CO2 por ano, consoante a espécie e as condições de crescimento.
A ATP também opera quatro viveiros de árvores e dois centros de educação ambiental na Arménia, emprega entre 70 e 80 colaboradores permanentes, além de 75 a 100 trabalhadores sazonais nas épocas de plantação, e gere um programa de microempresas 'Plant an Idea, Plant a Tree', que cresceu de 17 viveiros familiares em 2004 para 400 em 2008 (vencedor do Energy Globe Award de 2008). A nível nacional, a ATP reporta mais de 8 milhões de árvores plantadas desde a sua fundação.
A base de evidências desta prática é mais sólida em termos de escala e alcance — contagens verificadas de árvores e locais por distrito, três décadas de funcionamento contínuo e um historial institucional identificado — mas mais fraca em termos de resultado ecológico: não foi encontrado nenhum estudo independente sobre taxa de sobrevivência, medição de cobertura de copa ou monitorização de biodiversidade específico para as plantações de Erevan, e a estimativa de carbono é um cálculo próprio da ATP, e não uma medição verificada por terceiros. A cobertura florestal nacional da Arménia caiu de cerca de 11,2% (2005) para 7% (2012) devido ao corte de lenha durante a guerra, contexto face ao qual este programa urbano deve ser lido.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.