Os 'Meses do Pai' Reservados no Seguro Parental Sueco (Pappamånaden 1995–2016)
Suécia
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Desde 1992 a Áustria credita até 4 anos por filho (5 no caso de partos múltiplos) para os direitos de pensão do progenitor que cuida da criança, além da divisão voluntária de pensão desde 2005. Os sindicatos estimam um aumento de 8% na pensão das mulheres, mas o défice de género nas pensões da Áustria apenas diminuiu de cerca de 45% (1994) para 39,7% (2025).
Desde 1992, no âmbito do Pacote de Igualdade de Tratamento da Áustria, o sistema público de pensões credita até 48 meses por filho (60 no caso de partos múltiplos) como períodos de seguro para a pensão do progenitor — geralmente a mãe — que assume principalmente a criação da criança; desde 2005, os progenitores empregados também podem candidatar-se ao 'Pensionssplitting' voluntário, transferindo até 50% dos seus créditos anuais de pensão para o parceiro que assume a maior parte dos cuidados à criança durante os primeiros sete anos de vida desta. O regime é gerido pelo Ministério Federal dos Assuntos Sociais da Áustria e monitorizado em conjunto com a Federação Austríaca de Sindicatos (ÖGB).
É creditada uma base de contribuição mensal (2.468,01 € em 2026, indexada anualmente) na conta de pensão do progenitor cuidador, por cada mês elegível; a opção de divisão voluntária deve ser solicitada antes do 10.º aniversário da criança e pode aplicar-se durante até 14 anos.
A ÖGB estima que os créditos por cuidados infantis produziram, desde 1991, um aumento global de 8% nas pensões das mulheres; ainda assim, a disparidade de género nas pensões na Áustria diminuiu apenas de cerca de 45% em 1994 para 39,7% em 2025.
A página apresenta o regime como um mecanismo duradouro, com décadas de existência, que aumenta de forma mensurável as pensões das mulheres, mas nota que não eliminou a ainda ampla disparidade de género nas pensões, uma vez que não aborda as disparidades salariais e de horas de trabalho entre géneros que estão na origem da maior parte da diferença; os sindicatos reivindicam, em vez disso, salários mais elevados nos setores predominantemente femininos e um maior acesso a serviços de cuidados infantis.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
Suécia
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