B’Odogwu — Sistema Unificado de Gestão Aduaneira com IA da Nigéria
Nigéria
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O DIAS do BAMF analisa padrões fonéticos na fala de requerentes de asilo para verificar a nacionalidade declarada. Em uso desde 2017 com 15 052 análises em 2021 e 85% de precisão para dialetos árabes; expandido a sete países da UE, mas criticado por uma taxa de erro de 15–20%.
O Serviço Federal Alemão para Migração e Refugiados (BAMF) implementou em 2017 o Sistema de Assistência à Identificação de Dialetos (DIAS) para apoiar os funcionários responsáveis por casos na verificação do país ou região de origem autodeclarado pelos requerentes de asilo, analisando características fonéticas numa curta amostra de fala e classificando o dialeto do falante num agrupamento geográfico.
O DIAS destina-se a ser um apoio à decisão para funcionários humanos, e não um decisor autónomo, ajudando a verificar a nacionalidade alegada quando outras provas documentais são limitadas.
Em 2021, o sistema cobria cinco grupos dialetais árabes (magrebino, levantino, egípcio, iraquiano e do Golfo), além do dari, persa/farsi e pashto. Um projeto-piloto europeu subsequente alargou a ferramenta à Áustria, Finlândia, Noruega, Suécia, Grécia, Suíça e Lituânia.
As taxas de precisão publicadas internamente situam-se em cerca de 85% para dialetos árabes, 73% para o dari e 78% para o pashto. A utilização atingiu o pico de 15.052 análises em 2021, face a 9.923 em 2020, antes de descer para cerca de 7.800 no primeiro semestre de 2022.
O sistema tem sido alvo de críticas sustentadas por parte de grupos de defesa dos refugiados, linguistas e investigadores académicos, que argumentam que o dialeto por si só não pode estabelecer com fiabilidade a nacionalidade, dadas as situações de diáspora, a mudança de registo sob stress e a sobreposição de dialetos em regiões fronteiriças. Uma taxa de erro de 15-20% é considerada inaceitavelmente elevada para resultados que podem influenciar decisões de asilo com impacto na vida das pessoas, e a informação sobre como o resultado do DIAS é ponderado nas decisões finais, e sobre como os requerentes o podem contestar, continua limitada.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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