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Boa prática Importada

BEATS — o Programa de Estadia Prolongada das Bahamas

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Uma autorização de trabalho remoto da era pandémica permitiu a estrangeiros viver e trabalhar nas Bahamas durante até um ano; em 2021 tinha recebido cerca de 100 candidaturas e 41.825 USD em taxas, mas a adesão manteve-se baixa e o governo descontinuou-o discretamente no início de 2022.

100+
Candidaturas recebidas (by late Jan 2021)
34
Candidaturas aprovadas (by late Jan 2021)
6
Candidaturas recusadas (by late Jan 2021)
21
Candidaturas pendentes (by late Jan 2021)
$41,825
Receita gerada
61
Candidaturas (relato separado) (as of March 2021)
US$1,000
Taxa de autorização de chefe de família
US$500
Taxa de autorização de dependente/estudo
BEATS — o Programa de Estadia Prolongada das Bahamas

Detalhes

Maturidade
Descontinuada
Promotor
Bahamas Ministry of Tourism & Aviation / Department of Immigration
Período
2020–2022
Palavras-chave
Digital nomad visa, remote work, tourism diversification, talent retention

Contexto

Lançado em outubro de 2020, na sequência de uma recomendação do Comité de Recuperação Económica COVID-19 das Bahamas, o programa Bahamas Extended Access Travel Stay (BEATS) permitia a trabalhadores remotos e estudantes estrangeiros viver nas Bahamas até um ano sem autorização de trabalho local, com o objetivo de diversificar as receitas do turismo afetadas pela pandemia.

Objetivos

O programa visava atrair trabalhadores remotos e estudantes estrangeiros como uma nova fonte de receita, com menos entraves, para a economia das Bahamas durante o colapso do turismo provocado pela COVID-19.

Atividades

Os candidatos pagavam uma taxa (1.000 dólares por autorização de chefe de família, 500 dólares por dependente/autorização de estudo) para uma autorização que permitia até um ano de residência e trabalho remoto nas Bahamas.

Resultados

Dados governamentais reportados pelo Eye Witness News mostraram pouco mais de 100 candidaturas recebidas até finais de janeiro de 2021, com 34 aprovadas, 6 recusadas e 21 pendentes; os candidatos aprovados vinham sobretudo dos EUA, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Austrália, China, África do Sul, entre outros. As taxas geraram 41.825 dólares em receita. O Nassau Guardian e o Tribune242 reportaram separadamente que o programa tinha atraído apenas 61 candidaturas até março de 2021.

Conclusões

Perante uma procura persistentemente baixa, o governo das Bahamas descontinuou o BEATS no início de 2022, cerca de 18 meses após o lançamento, embora outras vias para trabalhadores remotos continuem disponíveis. O programa constitui um caso cautelar: um visto de trabalho remoto amplamente divulgado e de fácil acesso que, ainda assim, não conseguiu atingir uma escala significativa antes de ser encerrado.

Implementação

Custo indicativo
Baixo (< 50 mil €) — Fees: US$1,000 per head-of-household permit, $500 per dependant/study permit; total revenue $41,825
Tempo até resultados
Curto (< 1 ano) — Launched October 2020; discontinued early 2022 (~18 months)
Equipa e competências
Bahamas Ministry of Tourism & Aviation, Department of Immigration

Condições de sucesso

  • Low-friction design: no local work authorisation required, simple fee-based permit

Modos de falha comuns

  • Persistently low demand relative to economic-diversification ambitions
  • Discontinued roughly 18 months after launch, in early 2022
  • Single-sector delivery limited to tourism/immigration agencies

Habitualmente financiado por

National / regional programmes

Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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