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A Câmara de Bristol e a Universidade de Bristol lançaram a “Bristol Is Open” em 2015, um banco de ensaios de cidade inteligente à escala municipal. Venceu prémios de cidade inteligente do Reino Unido, mas uma revisão de 2016 identificou fraco foco de negócio; a empresa conjunta está agora inativa.
A Bristol Is Open (BiO) foi lançada em abril de 2015 como uma joint venture entre a Câmara Municipal de Bristol e a Universidade de Bristol para construir uma infraestrutura digital 'programável' à escala da cidade — combinando fibra, Wi-Fi, uma rede de Internet das Coisas à escala urbana e ensaios de 5G — que investigadores e empresas poderiam usar para testar tecnologias de cidade inteligente.
Investigadores e empresas usaram a infraestrutura para testar redes definidas por software, análise de IoT/big data e análise de CCTV, em projetos como o Big Clout e o Replicate. Pouco mais de um ano depois, a Câmara Municipal de Bristol encomendou à Perform Green, em abril de 2016, uma revisão de viabilidade, que concluiu haver 'falta de foco de negócio, baixos níveis de investimento e uma estrutura organizacional não otimizada.' O trabalho de recuperação da Perform Green incluiu auditorias comerciais, um novo modelo de patrocínio (incluindo um patrocínio reportado de 1 milhão de libras da Nokia) e cerca de 700.000 libras em capital circulante.
A recuperação estabilizou as operações o suficiente para que Bristol fosse classificada como a cidade inteligente número um do Reino Unido pelo Índice de Cidades Inteligentes Huawei/Navigant em outubro de 2017, e vencesse um prémio de Cidade Inteligente no Mobile World Congress em março de 2018.
A recuperação não durou enquanto entidade independente. Segundo a própria página de políticas publicada pela Câmara Municipal de Bristol, após três anos de funcionamento a joint venture terminou, com a câmara a assumir a propriedade exclusiva da BiO para concluir os projetos remanescentes — e 'a empresa está agora inativa'. Algumas funções foram integradas no trabalho mais amplo da câmara sobre cidade inteligente (por exemplo, o Bristol Operations Centre), e a atividade académica continuou através do Bristol Digital Futures Institute da Universidade de Bristol, mas a BiO em si não sobreviveu enquanto entidade em funcionamento — um contraponto de alerta que mostra que vitórias em prémios e atividade-piloto não são prova de durabilidade institucional.
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