Kartu Prakerja – Programa Nacional de Competências Digitais e Inclusão Financeira
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Um programa financiado pela UE (2012–2015) criou um referencial de 41 competências digitais para cuidadores profissionais e informais, testado em 13 locais em 5 países da UE, envolvendo 500 utilizadores; mais de 70% afirmaram que continuariam a usar tablets nos cuidados.
O CARER+ (CARERPlus) foi um projeto financiado pela UE, liderado pelo organismo francês de formação profissional IPERIA L'Institut, que desenvolveu e testou um Referencial de Competências Digitais e um programa de aprendizagem mista para ajudar cuidadores profissionais de apoio domiciliário e cuidadores informais (familiares) a usar tablets e outras ferramentas TIC com confiança nos cuidados diários. Decorreu entre abril de 2012 e março de 2015, no âmbito do Programa de Apoio à Política em matéria de TIC da UE (Agenda Digital para a Europa), com um consórcio de 13 organizações parceiras em 8 Estados-Membros da UE.
O programa de formação, estruturado em torno de 41 competências TIC identificadas, organizadas em 5 módulos sob 3 temas, foi testado em 13 locais em França, Itália, Letónia, Roménia e Espanha, ao longo de uma média de 10 meses. Envolveu um total de 500 utilizadores: 200 cuidadores profissionais, 50 cuidadores informais (familiares) e 250 pessoas idosas a receber apoio domiciliário cujos cuidadores participaram na formação.
Os inquéritos de avaliação revelaram que mais de 70% dos cuidadores profissionais e informais participantes afirmaram que continuariam a usar um tablet na sua prática de cuidados após o projeto-piloto, e relataram que as ferramentas digitais tinham enriquecido os cuidados domiciliários prestados. Foi também reportada uma melhoria na qualidade de vida das pessoas cuidadas, sobretudo ao nível do bem-estar emocional e das atitudes face às TIC. Os resultados do projeto — incluindo um manual de certificação e um kit de ferramentas — passaram a ser mantidos pela rede europeia de inclusão digital ALL DIGITAL AISBL.
Tal como em muitos projetos-piloto da UE, a evidência limita-se a dados de inquéritos autorreportados, recolhidos junto de uma amostra modesta (500 utilizadores) durante uma fase temporária financiada por subvenção; não existe um acompanhamento independente publicado que confirme se os efeitos da formação persistiram após o fim do financiamento da UE em 2015.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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