Desde 2010, a ONG arménia FPWC tem arrendado terrenos comunitários junto à Reserva Estatal Florestal de Khosrov para construir o Refúgio de Vida Selvagem do Cáucaso, com 30.300 ha, destinado ao leopardo-da-Pérsia, criticamente ameaçado — embora as alegações populacionais sejam auto-relatadas e a sua alegada receita de compensação de carbono não esteja verificada.
30300 hectares
Área do refúgio (2026)
300 hectares
Área inicial do refúgio (2010)
7–13 individuals
População nacional estimada de leopardos
180–349 species
Contagem de espécies de aves (intervalo entre fontes)
Detalhes
Maturidade
Em expansão
Promotor
Foundation for the Preservation of Wildlife and Cultural Assets (FPWC), with World Land Trust
Período
2010-present
Palavras-chave
private protected area, big cat conservation, community land leasing, ecotourism
Contexto
Desde 2010, a ONG arménia Foundation for the Preservation of Wildlife and Cultural Assets (FPWC) arrenda terrenos a comunidades locais junto à Reserva Estatal Florestal de Khosrov, na província de Ararat, para construir o Caucasus Wildlife Refuge — uma área protegida privada que cresceu de cerca de 300 hectares em 2010 para 30.300 hectares oficialmente registados.
Objetivos
O objetivo declarado do refúgio é ampliar o habitat do leopardo-persa (ou caucasiano), Criticamente Ameaçado, bem como da cabra-bezoar, do mouflon arménio, do urso-pardo-sírio e do lince-euroasiático.
Atividades
O principal parceiro da FPWC é a organização britânica World Land Trust, que cofinancia o arrendamento de terrenos, a reflorestação e os custos com guardas florestais; a FPWC é membro nacional da IUCN desde 2011 e emprega membros das comunidades locais como guardas, guias e pessoal do refúgio. Armadilhas fotográficas documentam leopardos individuais no refúgio desde 2013, incluindo um macho residente ('Neo') e, a partir de setembro de 2021, uma fêmea ('Nova') — a primeira evidência de um potencial casal reprodutor no local.
Resultados
A evidência do impacto ecológico do refúgio é indicativa e não auditada de forma independente: não foi encontrado nenhum censo de fauna primário e revisto por pares específico para o refúgio, e as contagens de espécies de aves variam consideravelmente entre fontes (180 vs. 349).
Conclusões
Um calculador de doações de compensação de carbono no site da FPWC não está sustentado por nenhum esquema registado de créditos de carbono, pelo que não deve ser contabilizado como receita de carbono verificada. A posse da terra é em regime de arrendamento e não de propriedade plena, e a FPWC foi administrativamente excluída do Pacto Global das Nações Unidas em 2015 por não apresentar os relatórios de progresso exigidos — uma falha de reporte, e não uma evidência direta de falha do programa, mas uma lacuna de governação a assinalar.
Implementação
Custo indicativo
Médio (50 mil–500 mil €) — No specific budget disclosed; scale inferred from a 30,300 ha leased protected area co-funded by FPWC and World Land Trust — conservative medium estimate.
Tempo até resultados
Médio (1–3 anos) — Ongoing since 2010, now 15+ years, with continued land-lease renewal.
Equipa e competências
Foundation for the Preservation of Wildlife and Cultural Assets (FPWC), World Land Trust (UK, co-funder), Local community members employed as rangers, guides and refuge staff
Condições de sucesso
Continued land-lease agreements with local communities
International co-funding via World Land Trust
Camera-trap monitoring to track leopard presence
Modos de falha comuns
Land tenure is leasehold rather than owned outright
FPWC delisted from the UN Global Compact in 2015 for failing to file required progress reports
No independent, peer-reviewed wildlife census to verify claimed benefits
Carbon-offset donation calculator not backed by any registered carbon-credit scheme
Habitualmente financiado por
Philanthropic / foundation funding
Vias de financiamento indicativas para práticas deste tipo — verifique sempre os avisos abertos e as regras de elegibilidade de cada programa.
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Fontes de dados
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