O Departamento Nacional de Saúde da Papua-Nova Guiné opera Centros de Apoio à Família (CAF) desde 2003, integrando tratamento médico, apoio psicossocial, encaminhamento ao sistema jurídico e, quando disponível, abrigo de emergência para sobreviventes de violência familiar e sexual dentro de hospitais provinciais e distritais em todo o país.
O centro principal no Hospital Geral de Port Moresby atendia em média 15 clientes por dia antes de uma reforma em 2016–17, financiada pelo Governo australiano (831.111,49 PGK) e concluída em abril de 2017, que acrescentou capacidade para mais 12 clientes por dia — mais de 1.000 mulheres e crianças adicionais por ano, segundo o Alto Comissariado australiano em Port Moresby.
O relatório da UNICEF de 2016 foi a primeira avaliação formativa independente do modelo CAF desde a sua introdução em 2003, analisando relevância, eficácia, eficiência, sustentabilidade e equidade. A UNFPA seguiu-se em 2023 com uma avaliação de base de 104 páginas sobre a capacidade dos centros em todo o país, examinando pessoal, equipamento e recursos físicos — um passo dado precisamente porque a capacidade varia acentuadamente entre centros, de unidades hospitalares bem equipadas na capital a locais provinciais com poucos recursos.
Os CAF atuam em conjunto com as Unidades de Violência Familiar e Sexual, separadas, da Polícia Real da Papua-Nova Guiné, oferecendo às sobreviventes tanto uma porta de entrada pelo sistema de saúde como pela polícia no sistema de resposta do país.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.