Programa Nacional de Expansão e Reabilitação Florestal da Moldova (NFERP)
Moldávia
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Em julho de 2026, Fiji e a FAO assinaram um projeto de 52,5 milhões de dólares, com sete anos de duração, financiado pelo Fundo Verde para o Clima, para restaurar mais de 80.000 ha de terras florestais/agrícolas e proteger mais de 90.000 ha de ecossistemas costeiros, visando remover cerca de 6 Mt de CO2e em 20 anos e beneficiar mais de 340.000 pessoas em resiliência.
O Conselho do Fundo Verde para o Clima (GCF) aprovou, e Fiji assinou com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 3 de julho de 2026, o projeto de Restauração da Paisagem Florestal para Benefícios Climáticos e Resiliência (Fiji FLR): 52,5 milhões de dólares no total (29,35 milhões de subvenção do GCF mais 23,18 milhões de cofinanciamento), implementado pela FAO como entidade acreditada do GCF em conjunto com o Governo de Fiji ao longo de sete anos.
O projeto adota uma abordagem "da montanha ao recife", combinando plantio florestal liderado pela comunidade, reabilitação de margens fluviais, regeneração natural assistida e criação de florestas protegidas em parceria com proprietários consuetudinários. O objetivo é restaurar e gerir de forma sustentável mais de 80.000 hectares de paisagem florestal e agrícola e apoiar a proteção de mais de 90.000 hectares de ecossistemas costeiros, prevendo-se a remoção de cerca de seis milhões de toneladas de CO2 equivalente ao longo de 20 anos, além de aumentar a resiliência climática de 196.877 pessoas diretamente e 149.715 indiretamente (FAO; Green Climate Fund).
O financiamento e o desenho do projeto passaram pelo processo de aprovação do conselho do GCF e pelo seu quadro de monitorização, relato e verificação (MRV) baseado em resultados, com a FAO a atuar como entidade implementadora acreditada e termos explícitos de parceria negociados com proprietários consuetudinários (indígenas) — uma estrutura de governação que os responsáveis pelo desenho do programa pretendem replicar noutros pontos do Pacífico.
À data da assinatura em julho de 2026, nenhum dos hectares restaurados, toneladas de CO2 removidas ou benefícios de resiliência é ainda um resultado concretizado — são metas definidas na proposta de financiamento aprovada, não resultados medidos. Trata-se de um programa de grande dimensão e com financiamento credível que vale a pena acompanhar, mas nesta fase as suas afirmações ecológicas e sociais assentam em projeções e não em evidência de terreno; a avaliação deverá acompanhar a execução face a estas metas à medida que a implementação avança.
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