Ao abrigo da Lei da IA da UE, cada Estado-Membro necessita de uma sandbox regulatória de IA em funcionamento até 2 de agosto de 2026. A Finlândia designou a Agência Finlandesa de Transportes e Comunicações (Traficom) como o seu ponto de contacto único, com poderes formais de sandbox a partir de 1 de janeiro de 2026. Em 19-20 de abril de 2026, uma delegação estónia de alto nível, liderada pela Secretária de Estado Keit Kasemets, visitou Helsínquia, e os dois governos acordaram desenvolver em conjunto as suas sandboxes regulatórias de IA — explicitamente enquadrado, pelos próprios responsáveis, como pequenos Estados a juntarem recursos e capacidade negocial sobre as regras digitais da UE, em vez de construírem infraestruturas nacionais duplicadas.
Em termos concretos, o acordo aponta para percursos de teste partilhados para sistemas de IA de alto risco usados em serviços públicos, emprego ou infraestruturas críticas, para que um fornecedor que opere em ambos os países possa recorrer a um único processo de teste controlado conjunto, em vez de dois processos nacionais separados.
Ressalva honesta: à data do acordo de abril de 2026, trata-se de um quadro de cooperação, ainda não de uma sandbox conjunta em funcionamento. Não existem ainda dados sobre o volume de casos ou resultados de conformidade, e a legislação nacional de aplicação da Lei da IA de cada país ainda estava pendente na altura do acordo.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.