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Freetown the Treetown — Reflorestação Municipal com Monitorização Digital para Resiliência a Cheias e Deslizamentos

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Desde 2020, a campanha #FreetownTheTreeTown plantou mais de 1,2 milhões de árvores em Freetown (82% de sobrevivência, verificada por GPS/fotografia), pagando aos residentes como 'guardiões de árvores' através de tokens ligados ao mercado de carbono, visando 5 milhões até 2030 para reduzir o risco de cheias/deslizamentos após um deslizamento em 2017 que matou cerca de 1.000 pessoas.

Freetown the Treetown — Reflorestação Municipal com Monitorização Digital para Resiliência a Cheias e Deslizamentos

Detalhes

Promotor
Freetown City Council (#FreetownTheTreeTown, Mayor Yvonne Aki-Sawyerr)
Período
2020–2030 (target)
Palavras-chave
urban reforestation, landslide/flood mitigation, carbon finance, community livelihoods

Descrição

A presidente da câmara de Freetown, Yvonne Aki-Sawyerr, lançou a campanha #FreetownTheTreeTown em janeiro de 2020, após o deslizamento de terras do Monte Sugar Loaf, em agosto de 2017, que matou cerca de 1.000 pessoas; a cidade tinha perdido cerca de 70% da sua cobertura arbórea nos 50 anos anteriores devido à expansão urbana não planeada, deixando o seu terreno íngreme, numa península, cada vez mais exposto a cheias e deslizamentos.
O programa assenta num modelo de "pagar para plantar": os residentes são remunerados como guardiões de árvores para plantar e monitorizar plântulas, com verificação através de uma plataforma digital de rastreio geolocalizado, financiada em parte por tokens vendidos em mercados privados e de carbono. Em cinco anos, a campanha plantou mais de 1,2 milhões de árvores, com uma taxa de sobrevivência reportada de 82% — um valor significativamente elevado para programas urbanos de plantação de árvores —, incluindo plantação de mangais na costa contra a erosão, a caminho de uma meta declarada de cinco milhões de árvores até 2030. A iniciativa foi finalista do Earthshot Prize em 2023.
Vale a pena afirmar claramente as reservas: o próprio relato das Nações Unidas enquadra a redução do risco de cheias, os ganhos na qualidade do ar e a captura de carbono como objetivos do programa, e não como resultados medidos de forma independente, e prevê-se que a população de Freetown ultrapasse os 2 milhões até 2030, aumentando a pressão contínua sobre a península florestada de que o programa depende. Os valores de 82% de sobrevivência e de 1,2 milhões de árvores são autorreportados através do próprio sistema de monitorização do programa, e não resultam de uma auditoria independente de terceiros.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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