Mandato de Espaço Verde de Jacarta — Uma Meta Legal de 30% Que a Cidade Nunca Alcançou
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O Horsh Beirut, floresta de pinheiros de 33 ha que é 72% do espaço verde público de Beirute e esteve fechada entre 1992-2016, está a ser revitalizado pelo programa ENABLE, financiado pela UE (2023-2026), dando trabalho remunerado a ~200 jovens desfavorecidos.
O Horsh Beirut é uma floresta de pinheiros que no século XVII se estendia por cerca de 130 hectares, mas que encolheu cerca de 80% devido a danos de guerra e à expansão urbana, restando hoje um parque de cerca de 33 hectares (330 000 m²) — ainda o maior espaço verde público da capital libanesa, representando cerca de 72% da área verde pública total de Beirute. O parque foi encerrado à maioria dos residentes em 1992, após a guerra civil libanesa, teve uma replantação limitada por volta de 2006, e só reabriu parcialmente ao público em 2015, tornando-se totalmente acessível diariamente a partir de 2016, após campanhas sustentadas de ONG locais.
Desde 2023, o programa ENABLE, financiado pela UE (Empowering Networks and Activation for Building Long-term Employment, decorrendo entre 2023 e 2026), financiou uma revitalização liderada pela Organização Internacional do Trabalho, em conjunto com o Ministério dos Assuntos Sociais do Líbano, a Câmara Municipal de Beirute e as ONG locais Nahnoo e arcenciel. Recorrendo a métodos de construção intensivos em mão de obra, a primeira fase — inaugurada em setembro de 2025 — reconstruiu uma ciclovia de 1,7 km, remodelou o skatepark e reabilitou instalações sanitárias públicas, dando trabalho remunerado a cerca de 200 jovens, homens e mulheres, anteriormente excluídos do mercado de trabalho; o programa prevê alargar o apoio a mais de 400 pessoas que atualmente recebem assistência social. Estão previstas fases adicionais para acrescentar um anfiteatro, uma biblioteca e mais área verde.
O parque alberga um ecossistema nativo de floresta mediterrânica de pinheiros, com populações residentes de aves e, segundo uma instituição cultural parceira, flora e fauna em recuperação desde a reabertura ao público — mas as fontes consultadas não publicam contagens de espécies, variação da cobertura arbórea ou dados sobre águas pluviais/solo, pelo que os resultados ecológicos são pontuados de forma conservadora abaixo, em contraste com os resultados sociais e de governação, bem documentados.
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