O iHub foi fundado em março de 2010, em Nairóbi, por Erik Hersman, Juliana Rotich e David Kobia, com financiamento inicial da Omidyar Network e da Hivos e ligações operacionais iniciais ao projeto de cartografia de crises de código aberto Ushahidi. Abriu como um espaço aberto de coworking e comunidade para programadores, designers e empreendedores quenianos e ficou associado à ascensão da cena tecnológica do 'Silicon Savannah' de Nairóbi, albergando instalações como o iHub UX Lab — descrito como o primeiro laboratório aberto de experiência do utilizador na África Subsariana — e o mLab East Africa.
Um inquérito a membros encomendado pelo iHub em 2012 revelou elevada satisfação com o valor de networking e colaboração do espaço, e investigação académica independente — incluindo um estudo revisto por pares na revista Technological Forecasting and Social Change (Littlewood & Kiyumbu, 2017) sobre organizações-"hub" no Quénia, e uma avaliação de impacto do iHub pelo TASCHA da Universidade de Washington — tem utilizado o iHub como caso de referência sobre como os espaços de coworking e inovação apoiam empreendedores em fase inicial. Reportagens secundárias atribuem ao iHub raízes de mais de 450 startups e mais de 40 milhões de dólares angariados pelas empresas do seu portefólio, embora estes valores cumulativos sejam autodeclarados ou reportados por terceiros, e não auditados de forma independente.
Em setembro de 2019, o iHub foi adquirido pela Co-Creation Hub (CcHub), sediada em Lagos, por um valor não divulgado, passando a integrar uma rede pan-africana que abrange atualmente Nairóbi, Lagos, Windhoek e Kigali; continua a operar sob o nome iHub em 2026. Esta mudança de propriedade e de direção estratégica deve ser tida em conta em qualquer avaliação do modelo original e independente de Nairóbi, entre 2010 e 2019.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.